Publicado em 20/03/2019 às 22h00.

Traficante acusado de assassinar estudante Matheusa morre em confronto com a polícia

Segundo as investigações, Genilson Madson Dias Pereira, conhecido como GG, ordenou que o corpo de Matheusa fosse incinerado

Redação
Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram

 

Um dos acusados de assassinar a estudante Matheusa Passarelli Simões Vieira em abril do ano passado foi morto nesta quarta-feira (20) em um confronto com a polícia.

Segundo a PM, agentes do 3º BPM atuavam no Morro do 18, em Água Santa, na Zona Norte do Rio, quando foram atacados a tiros na área de mata. Genilson Madson Dias Pereira, conhecido como GG, é apontado como uma das lideranças do tráfico na região. A informação chegou pelo WhatsApp do Extra.

O Portal dos Procurados do Disque Denúncia oferecia uma recompensa de R$ 1.000 por informações sobre Genilson. No tiroteio, outros dois homens foram baleados e, com o grupo, os policiais apreenderam um fuzil e duas pistolas. A corporação informou, ainda, que a ação policial na região segue em andamento.

 

Em janeiro, Genilson e Messias Gomes Teixeira, o Feio, chefe do tráfico no Dezoito, tiveram a prisão decretada pela juíza Viviane Ramos de Faria, da 1ª Vara Criminal, pelo assassinato da estudante.

De acordo com a investigação, eles deram a ordem para que o corpo de Matheusa fosse incinerado. À época, a delegada Elen Souto revelou ao EXTRA que a estudante foi morta com um tiro de fuzil e teve o corpo esquartejado e incinerado no “tribunal do tráfico”.

“Matheusa foi capturada pelos traficantes e levada até uma área no alto do morro. Estava desorientada e tentou convencer um traficante a largar a arma. Quando encostou nela, levou um tiro de fuzil. Identificamos dois traficantes que ordenaram que o corpo fosse incinerado”, explicou.

Genilson já havia sido preso em 2015, suspeito de de participar da tentativa de resgate dos traficantes Vanderlan Ramos da Silva, o Chocolate, e Alexandre Bandeira de Melo, o Piolho, no fórum de Bangu, Zona Oeste, em 2013. À época, havia contra ele quatro mandados de prisão por homicídio e tráfico de drogas. Com informações do O Globo.

 

PUBLICIDADE
Temas: matheusa