Publicado em 10/02/2016 às 12h17.

‘A prefeitura não escolhe cerveja A ou cerveja B’, afirma prefeito

Para prefeito, modelo de exclusividade é essencial para manutenção do Carnaval

Fernando Valverde / Ivana Braga
Coletiva do prefeito ACM Neto (Foto: Max Haack/Ag Haack)
Coletiva do prefeito ACM Neto (Foto: Max Haack/Ag Haack)

 

Mesmo com toda a polêmica envolvendo o modelo de patrocínio exclusivo e monopólio de comércio na folia momesca de uma cervejaria no circuito, no caso deste ano a Schin, o prefeito ACM Neto garantiu que o modelo está mantido para os próximos anos: “É fundamental para Salvador e para o Carnaval que esse modelo de patrocínio seja assegurado, afinal, metade de tudo que a prefeitura gasta com carnaval, é alcançado apenas com o patrocínio da cervejaria. R$25 milhões é o que levantamos com esse patrocínio para a cidade”.

Ainda de acordo com o prefeito, o contrato com a Schin terminou este ano e o processo de licitação para um novo será aberto a todas as cervejarias interessadas: “O contrato com a patrocinadora oficial do carnaval encerrou agora em 2016, iremos reabrir a negociação e qualquer cervejaria pode participar. A prefeitura não escolhe cerveja A ou cerveja  B. E sim, a cerveja A ou B que escolhe a cidade. Poderemos ter mais de uma cervejaria patrocinando o carnaval, mas é escolha da cervejaria e não do prefeito. O modelo está mantido, agora qual vai ser a cerveja da folia do ano que vem, nós vamos aguardar esse processo de seleção pública que vai acontecer.”

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Temas: carnaval , cervejaria

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