Publicado em 17/02/2016 às 11h00.

Irmãs agredidas no carnaval ajudam na montagem de retrato falado

A 14ª Delegacia de Polícia da Barra também vai recolher imagens dos circuitos de segurança da rua e depois ouvir representantes do bloco

Redação
Foto: Arquivo pessoal
Foto: Arquivo pessoal

 

As irmãs Thaianna e Ludmylla Valadares, que foram agredidas por dois homens, enquanto estavam no bloco Eu Vou, no circuito Barra-Ondina, em Salvador, prestaram depoimentos nesta terça-feira (16), no Departamento de Polícia Técnica(DPT), para ajudar à equipe de investigação na montagem do retrato falado dos agressores.

A 14ª Delegacia de Polícia da Barra vai recolher imagens dos circuitos de segurança da rua e depois ouvir representantes do bloco para identificar os agressores. Segundo informações de A Tarde, a delegada titular disse ainda não ter recebido o resultado do retrato falado.

Lei Maria da Penha – Segundo o artigo (art. 41 da Lei Maria da Penha) o agressor, independente da pena prevista, não responderá perante o Juizado Especial e não poderá pagar a pena com cestas básicas ou qualquer outro tipo de prestação em dinheiro.

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