Publicado em 13/02/2018 às 14h30.

‘Quem tem força comercial vende’, diz Neto sobre crise dos blocos

“Tem blocos que hoje não têm mais o mesmo apelo comercial, mas aí é uma questão do negócio deles", defendeu o prefeito

Rodrigo Aguiar / Rodrigo Daniel Silva
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Foto: Rodrigo Veloso / bahia.ba

 

Em conversa com a imprensa nesta terça-feira (13), no circuito Osmar (Campo Grande), o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), afirmou que a diminuição do número de blocos no Carnaval de Salvador é uma questão que cabe aos empresários do setor.

Para o gestor, os blocos são “essenciais” para a festa, mas não cabe nenhuma atuação do Poder Público em relação a isso, por se tratar de um segmento da iniciativa privada.

“Tem blocos que hoje não têm mais o mesmo apelo comercial, mas aí é uma questão do negócio deles. Acho que os blocos precisam existir, mas o bloco é um negócio privado, e sendo privado é da estratégia de cada empresário. Aquele que tem força comercial vende”, defendeu.

Nos últimos anos, é observada uma queda no número de blocos que desfilam no Carnaval soteropolitano, à medida em que crescem o número de trios sem corda, bancados pela prefeitura e governo do Estado.