Publicado em 11/10/2018 às 15h06.

Apoio a Haddad é apenas posição ‘institucional’, diz pedetista

Presidente do PDT na Bahia, o deputado Félix Mendonça Jr explicou o que seria o "apoio crítico" da sigla ao candidato do PT

Rodrigo Aguiar
Foto: Lucio Bernardo Jr./ Câmara dos Deputados
Foto: Lucio Bernardo Jr./ Câmara dos Deputados

 

O “apoio crítico” dos pedetistas a Fernando Haddad (PT) na disputa do segundo turno presidencial contra Jair Bolsonaro (PSL) é uma “manifestação institucional”, afirmou o deputado federal Félix Mendonça, presidente do PT baiano.

Segundo o parlamentar, a cúpula do partido e o candidato derrotado da sigla à Presidência, Ciro Gomes, não devem subir no palanque de Haddad.

Ciro, inclusive, viajou para a Europa, o que frustrou a expectativa do PT em tê-lo em uma função de destaque na campanha. “Acho que ele volta para votar”, disse Félix.

O deputado ainda classificou como uma “grande sugestão” a defesa feita pela senadora Kátia Abreu (PDT), vice na chapa de Ciro, de que Haddad renunciasse à disputa e, assim, abrisse espaço para o pedetista enfrentar Bolsonaro no segundo turno.

Conforme a Constituição, se ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato antes de ser realizado o segundo turno, “convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação”.

“Concordo com ela e acho que é uma solução viável. Haddad foi prefeito e perdeu em todas as urnas na reeleição para um candidato sem força eleitoral”, defendeu o presidente do PDT na Bahia.

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