Publicado em 11/10/2018 às 13h51.

Candidata de Bolsonaro nega ter ajudado eleição de Kannário

Deputada eleita, Dayane Pimentel afirma que contribui com eleição de um" homem cristão", o Pastor Abílio Santana (PROS-BA), à Câmara

Juliana Almirante
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ bahia.ba
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ bahia.ba

 

A presidente do PSL e deputada federal eleita Dayane Pimentel negou ter “puxado” votos para o vereador Igor Kannário (PHS), também eleito para a Câmara Federal, por conta da coligação com o PHS. Ela afirma que a quantidade de votos recebida pelo cantor foi necessária para a eleição dele e que acabou contribuindo com a chegada do Pastor Abílio Santana (PROS-BA) à Câmara. Dayane recebeu 136.742 votos e Kannário, 54.858.

“Os votos de Igor Kannario garantiriam a votação dele sem a coligação. O PHS tinha uma vaga e meia e Igor Kannário foi o mais votado do PHS. Eu ajudei sim a puxar uma pessoa e foi o Pastor Abílio Santana (PROS-BA). A minha votação fez com que puxasse a votação de um homem cristão”, afirmou Dayane, em publicação no Facebook. Ela reiterou que defende “bandeiras diferentes” daquelas defendidas pelo cantor.

Logo após ser anunciada, a coligação do PSL com o PHS recebeu críticas dos seguidores. Dayane já tinha afirmado que a legenda repudiava a conduta do cantor e o vereador rebateu afirmando que “eleição de favelado” assustaria muita gente.

Candidata de Jair Bolsonaro na Bahia, Dayane fará parte da segunda maior bancada na Câmara. O PSL conseguiu eleger 56 membros, ficando atrás apenas do PT, que terá 52 deputados.

 

Mais notícias