Publicado em 12/10/2018 às 08h04.

Em ataque a Haddad, Bolsonaro vincula esquerda a drogas e aborto durante campanha

Os marqueteiros do capitão da reserva prometem minar as bases do petista: “O primeiro ato de Haddad no segundo turno foi consultar seu chefe […] Mas ficou feio, tão feio que o próprio presidiário mandou ele não ir mais”

Redação
Foto: Facebook/ Arquivo Pessoal
Foto: Facebook/ Arquivo Pessoal

 

Afastado dos debates no segundo turno, por orientação médica, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) promete não dar sossego ao opositor, Fernando Haddad (PT), na campanha, por meio da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.

Seguindo a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, os estrategistas do discurso do capitão da reserva pretendem explorar os resultados da operação Lava Jato e investir na vinculação da esquerda, representada pelo petista, à liberação das drogas e do aborto no país.

Os programas também devem explorar a relação de Haddad com o ex-presidente Lula, preso na Polícia Federal de Curitiba desde abril: “O primeiro ato de Haddad no segundo turno foi consultar seu chefe, condenado e preso por corrupção […] Mas ficou feio, tão feio que o próprio presidiário mandou ele não ir mais”.