Publicado em 17/08/2018 às 00h14.

João Henrique aposta em não estar na Lava Jato como diferencial

Ele acredita que vai conseguir reverter a baixa votação que teve na eleição de 2016, quando se candidatou a vereador em Salvador

Romulo Faro
Foto: Rodrigo Aguiar/bahia.ba
Foto: Rodrigo Aguiar/bahia.ba

 

Questionado pela produção da Band Bahia, ainda no terceiro bloco do debate, já na madrugada desta sexta-feira (17), sobre como reverter a baixa votação que teve na disputa para vereador em 2016, o candidato a governador João Henrique (PRTB) disse que foi vítima de uma “armação da mídia” e que foi “traído” por seus antigos aliados enquanto prefeito.

Ele aposta no fato de não ser investigado pela Operação Lava Jato como diferencial.

“É até bom para a gente esclarecer e derrubar mitos. Em primeiro lugar, não fui o pior, porque para ter o pior tem que ter o melhor. O povo não é mais bobo. O povo está vendo quem está na Lava Jato. Filhos de político devem estudar na rede estadual e se tratar nos hospitais públicos. Na minha gestão, esses que dominam a mídia na Bahia vêm com essa história de pior. Eles tinham secretarias no meu governo. Eu tinha um assessor que tomava decisões no meu governo e que hoje é presidente da Câmara Municipal de Salvador”.

Sorteado para comentar a resposta de João, o candidato Marcos Mendes, do PSOL, ironizou Rui Costa, dizendo que ele tem em sua gestão quadros do carlismo. “Estou surpreso com os 50 tons de ACM. O segundo do ranking (…) é o candidato Rui Costa. Você tem uma grande equipe de carlistas em seu governo. Você privatizou a saúde. É um grande esquema”.

Mais notícias