Publicado em 11/01/2018 às 11h42.

‘De bermuda e camiseta’, Bellintani detalha planejamento do Bahia para 2018

Presidente afirma que elenco do clube está "quase fechado" para o primeiro semestre e falou sobre possíveis contratações de Titi e Fernandão

Fernando Valverde / Rodrigo Aguiar
Foto: Izis Moacyr / bahia.ba
Foto: Izis Moacyr / bahia.ba

 

Em seu primeiro Bonfim “de bermuda e camiseta”, como diz o slogan da nova campanha do clube, o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, falou sobre o planejamento para a primeira parte da temporada e sobre a sua entrada na gestão esportiva após anos como secretário municipal, à frente das pastas de Educação e de Desenvolvimento, Turismo e Cultura.

Com o novo desafio político pela frente, Bellintani afirmou que a unificação dos grupos políticos foi crucial para a sua vitória, com mais de 81% dos votos, no pleito ocorrido em janeiro e que será essencial para a construção do Bahia.

“Quando a gente tá junto do Bahia, não tem isso. Não nos separamos em diferenças políticas e partidárias e a minha eleição é a prova disso. Conseguimos constituir um grupo harmônico de pessoas muito diferentes, com cabeças diferentes, correntes partidárias diferentes, mas com uma unidade muito grande para planejar o Bahia.”

Competições – Com o campeonato Baiano e o Nordestão para disputar, Bellintani crê que o elenco esteja quase fechado para as duas competições e projeta poucos reforços para os próximos meses.

“Temos 70% do elenco. Agora em Janeiro terá mais uma ou duas peças e lá em Abril/Maio, quando for começar o Brasileiro, se abre uma nova janela e a gente vai dar uma fortalecida de novo”, afirmou.

Questionado pelo bahia.ba sobre a possibilidade da contratação de Titi e Fernandão, que foram especulados e são pedidos pela torcida em toda e qualquer oportunidade, o mandatário tratou de frear a questão. Ainda que reconheça a importância e a qualidade dos dois, Bellintani afirmou que a questão financeira pesa para um acerto.

“Estamos pensando no projeto coletivo. Não acho que tenha uma peça que vá ser o diferencial. A força do time está na unidade”, avaliou.  “O Fernandão e o Titi são dois ídolos do clube. Mas estamos construindo agora o elenco, finalizando nos próximos dias essa parte da zaga e a priori não iremos precisar de um novo zagueiro. Fernandão é um ídolo, mas hoje ele tem um valor de aquisição e salário maior do que a gente pode pagar”, finalizou.

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