Publicado em 19/05/2017 às 14h09.

JBS afirma que Temer apoiava pensão a Cunha para ‘garantir silêncio’

O empresário Joesley Batista fiz, em uma das gravação divulgadas, que falou ao peemedebista que a mesada dada a Cunha já tinha custado aproximadamente R$ 5 milhões

Redação
(Foto: José Cruz/Agência Brasil)
(Foto: José Cruz/Agência Brasil)

 

O empresário Joesley Batista, dono da JBS com o irmão Wesley Batista, revelou, em delação premiada liberada nesta sexta-feira (19) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que ouviu do presidente Michel Temer (PMDB) que os pagamentos mensais de R$ 400 mil a Lúcio Funaro, apontando como operador do ex-deputado Eduardo Cunha, eram “importantes” para “garantir o silêncio”.

Joesley afirma, em uma das gravação divulgadas, que falou ao peemedebista que, ao todo, a pensão dada a Cunha já tinha custado aproximadamente R$ 5 milhões.

“Eu ouvi do presidente Michel Temer que era importante manter isso. A primeira missão era essa. Saber dele se o compromisso era necessário, ele me disse de pronto que sim “, defendeu o empresário.