Publicado em 11/01/2019 às 14h15.

Militares vão contribuir de alguma forma na reforma da Previdência, dizem ministros

Um dos auxiliares do presidente disse que há um “consenso” sobre a categoria ser diferente, mas “algumas coisas serão negociadas”

Redação
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

 

Ministros já reconhecem reservadamente que os militares precisarão contribuir de alguma forma na reforma da Previdência, embora representantes das Forças Armadas tenham resistência a alterações na aposentadoria, segundo a jornalista Andréia Sadi.

Um dos auxiliares mais próximos do presidente Jair Bolsonaro chegou a afirmar que existe um “consenso” de que a categoria é diferente das demais, mas “algumas coisas serão negociadas”. “Todo mundo terá de contribuir”, defendeu o ministro.

Os militares, por sua vez, alegam que não há na Constituição a previsão de uma previdência para a categoria, mas um regime de proteção social.

Argumentam ainda que não recebem Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), hora extra e, mesmo na reserva, ficam à disposição de uma eventual convocação.

Representantes da categoria também lembram que este é o modelo adotado em praticamente todo o mundo.

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