Publicado em 22/03/2019 às 18h44.

Mais de 60 praças foram depredadas neste ano, aponta Desal

Gasto com reparação de equipamentos públicos é de R$ 58 mil por mês; companhia realiza ações de conscientização

Rayllanna Lima

 

Foto: Divulgação/Desal
Foto: Divulgação/Desal

 

As praças públicas em Salvador, compostas por academia e outros equipamentos, têm dado um novo visual para os bairros da cidade. Contudo, muitas delas são constantemente alvos de destruição.

Somente neste ano, 62 praças foram despedradas. Algumas delas, mais de uma vez. Em entrevista ao bahia.ba, o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), Marcílio Bastos, informou que o gasto mensal para reparação desses equipamentos é de R$ 58 mil.

“Entre os espaços danificados está a Praça do Padre, em Alto de Coutos, que já foi recuperada quatro vezes em dois anos. E a praça no Imbuí, onde são contabilizados semanalmente inúmeros prejuízos. Paralelo a estes problemas, ainda há a pichação e o vandalismo frequente nas academias de saúde ao ar livre”, afirmou Marcílio.

Há ainda pichação de monumentos públicos. Para tentar minimizar os prejuízos, a Desal tem feito, segundo o chefe da pasta, “incursões” nas comunidades das regiões em que as praças são entregues.

“São feitas campanhas de preservação dos equipamentos através de palestras, de conversações com associação de bairros, igrejas, escolas. Criamos o programa ‘Desal vai à escola’, que tem por objetivo levar para crianças, jovens e formadores de opinião, a conscientização de cuidar, zelar e conservar os equipamentos públicos”.

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