Publicado em 27/06/2022 às 10h54.

Acordo contra fake news tem adesão de menos da metade de religiosos convidados pelo TSE

A ideia do tribunal era receber a assinatura de aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas eles não endossaram o acordo.

Redação
Milton Ribeiro com os pastores Arilton Moura (ao fundo) e Gilmar Santos | Foto: Redes sociais
Milton Ribeiro com os pastores Arilton Moura (ao fundo) e Gilmar Santos | Foto: Redes sociais

 

Apos convidar  33 líderes ou representantes de entidades religiosas para assinar um acordo contra fake news nas eleições, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral)  conseguiu apoio efetivo de apenas 13 nomes.

A ideia do tribunal era receber a assinatura de aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL), como o empresário Carlos Wizard, além do líder da bancada evangélica, o deputado Sóstenes Cavalcante (União Brasil-RJ), mas eles não endossaram o acordo. Também foram convidados, mas não apoiaram o termo de cooperação, representantes de grandes igrejas evangélicas.

O TSE buscou, entre outros nomes, o bispo Abner Ferreira, presidente da Assembleia de Deus, Ministério de Madureira, o pastor Samuel Câmara, presidente da CADB (Convenção da Assembleia de Deus do Brasil), e o bispo Eduardo Bravo, presidente da Unigrejas.

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