Publicado em 27/06/2022 às 12h19.

Ciro reorganiza estratégia e vende ‘disruptura antissistema’ para se diferenciar

O ex-ministro aparece na terceira posição nas últimas pesquisas de intenção de voto para a presidência da República

Redação
Foto: Marcelo Camargo/Fotos Públicas
Foto: Marcelo Camargo/Fotos Públicas

 

A coordenação da campanha do presidenciável Ciro Gomes (PDT) fez ajustes no discurso na tentativa de deixar o terceiro lugar nas pesquisa. A ideia agora é descrever Ciro como o mais indicado para fazer uma ‘disruptura’ necessária no país.

A estratégia é defender que o acúmulo de governos com os mesmos modelos político e econômico evidencia a urgência de um rompimento drástico. Ciro, então, apareceria como um candidato antissistema na disputa.

Com oscilações apenas dentro da margem de erro desde março no Datafolha, o ex-ministro marcou 8% no levantamento divulgado na quinta-feira (23), mas diz acreditar ser possível transpor a muralha representada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).

O pedetista compara a soma de 75% de intenções de voto obtida pelos dois líderes da corrida no primeiro turno a uma barragem com rachaduras. Pela analogia, a represa pode se romper graças aos eleitores de ambos que mais cedo ou mais tarde repensarão sua decisão.

 

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