Publicado em 02/12/2022 às 07h31.

Equipe de Lula teme que atos ilegais nas estradas atrapalhem cerimônia de posse

Preocupação é que grupos bolsonaristas radicais tentem inviabilizar locomoção de caravanas lulistas e que a PRF volte a agir com leniência

Redação
Posse de Lula em 2002 | Foto: Reprodução / Facebook
Posse de Lula em 2002 | Foto: Reprodução / Facebook

 

Apesar de orientada a não fazer alarde, a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teme que os bloqueios ilegais organizados por bolsonaristas nas estradas atrapalhem a cerimônia de posse do petista.

De acordo com informações da coluna de Bela Megale, a preocupação é que grupos radicais promovam confusão e tentem inviabilizar a locomoção de dezenas caravanas lulistas organizadas para acompanhar o evento no dia 1º de janeiro, em Brasília.

Há o temor ainda que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) volte a atuar com leniência em favor dos bolsonaristas, do mesmo modo que agiu logo após a derrota eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a coluna, a equipe de Lula chegou a recorrer a secretários de Segurança de alguns estados, que garantiram estar comprometidos com a “a defesa da democracia”.

O grupo de transição também aguarda um levantamento para monitorar os bloqueios que ainda persistem nas rodovias e até se há alguma articulação bolsonarista programada para a posse. A esperança é que os bloqueios percam força por conta do período de recesso.

Ainda conforme apurou a coluna, integrantes de movimentos sociais e da equipe de Lula estimam que o público da posse seja entre 1 milhão a 3 milhões de pessoas.

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