Publicado em 12/08/2022 às 19h00.

Para Neto, estado liderar ranking de desemprego no país é um ‘resultado infeliz’

Candidato afirmou que geração de empregos e de oportunidades será uma das suas prioridades, caso seja eleito

Redação
Foto: assessoria/ACM Neto
Foto: assessoria/ACM Neto

 

Nesta sexta-feira (12), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no Brasil no segundo trimestre de 2022, e a Bahia novamente aparece em primeiro lugar do país, com taxa de 15,5%, bem acima da média brasileira, que ficou em 9,3%.

Com o desempenho baiano, o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) afirmou que a geração de empregos e de oportunidades, sobretudo para os mais jovens, é um dos maiores desafios do próximo governador e será uma das suas prioridades, caso seja eleito em outubro.

“Novamente a Bahia apresentou um resultado infeliz, mais de 15% de pessoas desempregadas, fora a quantidade enorme de pessoas que vivem na atividade informal e aqueles que sequer procuram emprego. E a gente sabe que esse drama no interior é ainda mais sério. As pessoas às vezes vivem em cidades cujas únicas rendas são oriundas dos empregos públicos, oferecidos pelas prefeituras, ou do Bolsa Família e das aposentadorias”, lamentou Neto em entrevista.

O candidato do União Brasil visitou nesta sexta as cidades de Canudos e de Santa Brígida, no nordeste baiano. Ao lado dele, a candidata a vice-governadora, Ana Coelho (Republicanos), e o candidato ao Senado, Cacá Leão (PP), também participaram da agenda.

Nas suas visitas, Neto tem destacado a força da agricultura para gerar empregos no interior. “A gente precisa levar oportunidade de trabalho para as pessoas de toda a Bahia. Numa região como essa em que estamos, isso significa olhar para o pequeno produtor, para quem vive da agricultura familiar, para quem está no campo e quer produzir, porém encontra dificuldades. Falta apoio e condições melhores, é nisso que o governo precisa trabalhar para ajudar”, afirmou.

Ele destacou que a educação baiana também precisa melhorar, como forma de tirar os jovens do ciclo da pobreza e terem mais oportunidades de trabalho. “Vamos tirar a educação pública da Bahia do último lugar do Brasil. Hoje, temos a pior nota no IDEB [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] de todo o país. Precisamos mudar essa realidade para garantir aos nossos jovens um futuro com formação e qualificação através da educação”, disse.

Neto falou que o próximo governador terá também que trabalhar para tirar a Bahia da liderança nacional de outros rankings negativos. “De igual maneira, precisamos enfrentar essa situação terrível da violência, em que a Bahia aparece como campeã nacional em número de homicídios. Nisso, vai haver uma mudança de postura na Bahia a partir do próximo ano, o estado terá um governador que vai encarar o problema e vai procurar devolver a paz ao cidadão”, disse.

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