Publicado em 07/12/2017 às 15h50.

J.K. Rowling defende permanência de Johnny Depp em ‘Animais Fantásticos’

O segundo longa da franquia estreia no dia 16 de novembro e 2018 nos Estados Unidos

Redação
Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

 

Após protestos dos fãs contra Johnny Depp no segundo filme da franquia “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, a autora dos livros, J.K. Rowling se manifestou para defender a permanência do ator no papel do vilão “Grindelwald”.

Logo depois da divulgação do elenco de “Animais Fantásticos: Os crimes de Grindelwald”, os fãs da saga protestaram contra a permanência de Depp, que tinha sido acusado de agressão pela ex-mulher, no papel.

“Aceito que haverá aqueles que não estão satisfeitos com nossa escolha de ator no papel. No entanto, a consciência não é governável por um comitê”, escreveu. “Dentro do mundo fictício e fora dele, todos temos que fazer o que acreditamos ser a coisa certa.” Escreveu Rowling em seu site pessoal.

A escritora afirma que a ideia de afastar Johnny do papel foi cogitada. “Quando Depp foi lançado como Grindelwald, pensei que seria maravilhoso no papel. No entanto, na época das filmagens de sua participação no primeiro filme, surgiram histórias na imprensa que me preocuparam profundamente, assim como aos outros envolvidos na franquia.”

“Naturalmente consideramos a possibilidade de reformulação”, lembrou. “Entendo por que alguns ficaram confusos e irritados por isso não ter acontecido.”

Ela ainda afirmou que é “difícil, frustrante e às vezes dolorosa” a “incapacidade de falar abertamente aos fãs” sobre o assunto. E continuou: “No entanto, os acordos que foram feitos para proteger a privacidade de duas pessoas, que expressaram o desejo de continuar suas vidas, devem ser respeitados.”

“Com base na nossa compreensão das circunstâncias, os cineastas e eu não estamos apenas satisfeitos com o nosso elenco original, mas realmente felizes por ter Johnny como um dos personagens principais do filme.”

O segundo longa da franquia estreia no dia 16 de novembro e 2018 nos Estados Unidos.

PUBLICIDADE

Mais notícias