Publicado em 31/10/2017 às 20h08.

Candidato de Caetano, Ciro rechaça censura a cantor em ato do MST

O baiano foi impedido pela Justiça de se apresentar na ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), em São Paulo

Clara Rellstab
Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook

 

O pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta terça-feira (31) que o Brasil tem uma história “autoritária e violenta”, ao palestrar na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba). O pedetista disse ainda que a sociedade brasileira representa a maior concentração de renda do mundo. “Não existe nada remotamente parecido no planeta”, declarou, ao acrescentar que seis brasileiros detêm fortuna equivalente à renda de 100 milhões de pessoas.

No começo de sua fala, Ciro dedicou a palestra ao cantor Caetano Veloso, que teve a sua “voz censurada” por uma “juíza arbitrária e fascista” – o compositor já declarou, inclusive, que o ex-ministro é a sua opção de voto no pleito de 2018. Nesta segunda-feira (30), o baiano foi impedido, a pedido do Ministério Público, de se apresentar na ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), em São Paulo, pela juíza Ida Inês Del Cid. No texto, a magistrada justificou o impedimento pela falta de estrutura do local.

O pré-candidato brincou que avaliava acabar com a reeleição, caso fosse reeleito. Depois de dizer que ainda “dava um caldo” e ouvir de alguém da plateia que aguentaria dois mandatos presidenciais, Ciro afirmou: “Estou pensando em dar o exemplo”. “Pensando”, ressaltou.

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