Publicado em 31/12/2018 às 07h14.

Justiça do Japão aumenta detenção de executivo brasileiro até 11 de janeiro

Carlos Ghosn recebeu um novo mandado de prisão por denúncia de violaçã agravada de confiança e falsificação de relatórios financeiros

Agência Brasil
Reprodução: Arquivo Pessoal
Reprodução: Arquivo Pessoal

O Tribunal Distrital de Tóquio aprovou hoje (31) o pedido dos procuradores para ampliar por mais 10 dias a detenção do executivo franco-brasileiro Carlos Ghosn, de 64 anos, ex-presidente da Nissan Motors. Ele ficará sob custódia até 11 de janeiro.

No último dia 21, Ghosn recebeu um novo mandado de prisão por denúncias de violação agravada de confiança e falsificação de relatórios financeiros.

Os promotores de Tóquio suspeitam que Ghosn mantinha uma subsidiária da Nissan pagando cerca de US$ 15 milhões à firma de um conhecido saudita que o ajudou a obter uma garantia de crédito para lidar com perdas em investimentos pessoais.

A defesa de Ghosn nega as acusações e diz que ele não causou nenhum dano à montadora.

*Com informações da NHK, emissora pública de televisão do Japão.

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