Publicado em 04/04/2025 às 13h16.

4ª edição do Bahia Origem Week estreia com expectativa de movimentar R$ 15 mi no setor de turismo

A feira promove produtos de origem local, como o chocolate, vinho e a cachaça

Redação
Foto: Reprodução/Assessoria

 

A quarta edição do Bahia Origem Week, feira de negócios que tem a expectativa de receber 30 mil visitantes e movimentar R$ 15 milhões foi aberta na quinta-feira (3), e segue até domingo (6), no Centro de Convenções de Salvador. O evento conta com apoio do Governo do Estado, por meio de diversas secretarias, com a pasta do Turismo (Setur-BA) promovendo as 13 zonas turísticas baianas, associadas a produtos de origem, como chocolate, vinho e cachaça.

“É um evento consolidado, que, a cada edição, tem crescido como uma grande vitrine para produtos baianos de qualidade, presentes em todas as zonas do mapa turístico do estado, onde a agricultura familiar é destaque, gerando emprego e renda no interior”, declarou o titular da Setur-BA, Maurício Bacelar.

A feira também abriga o Chocolat Festival e a III Expo Pesca & Aquicultura Nordeste, com 250 expositores e 400 marcas, reunindo atrações baianas e nacionais. A programação também inclui palestras, rodadas de negócios, workshops e aulas-show.

“A feira só é possível graças ao apoio do Governo da Bahia, sendo a Setur-BA a grande maestrina do projeto de estímulo às diversas cadeias produtivas do estado. Promovemos a produção associada ao turismo e valorizamos os diversos destinos baianos, por meio da cultura, arte e gastronomia.”, ressaltou o criador do Bahia Origem Week, Marco Lessa.

“É uma valiosa oportunidade para micro e pequenos empreendedores apresentarem seus produtos, com o incentivo do Estado, para impulsionar a economia”, completou o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ângelo Almeida.

A apresentadora de TV Mariana Corbetta, de Buenos Aires, aproveitou o novo voo direto da Sky Airline, entre a capital argentina e Salvador, para participar do evento. “Adoro o colorido da gastronomia baiana e os sabores únicos que encontro aqui. Na Argentina, não temos essa variedade toda. Nessa feira, aprendemos novas receitas e promovemos um verdadeiro intercâmbio gastronômico. Provei uma cachaça de acarajé, que achei muito interessante”.

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