BC volta a reduzir projeção para inflação em 2025 em novo boletim Focus
Estimativa para este ano está agora em 4,83%; Câmbio também recua, e dólar e Selic mantêm estabilidade

O Banco Central (BC) atualizou as projeções de mercado para a inflação em 2025, com nova redução na estimativa pra o IPCA, que caiu de 4,85% para 4,83% no ano, é o que apontam os dados da edição desta segunda-feira (15) do Relatório Focus da autarquia, que também traz novas perspectivas para o câmbio, o Produto Interno Bruto (PIB) e a taxa Selic.
Segundo matéria do InfoMoney, a estimativa para inflação em 2026 permaneceu em 4,30%, com estabilidade sendo vista também na projeção para 2028, que ficou em 3,70%. 2027, por outro lado, apresentou queda, de 3,93% para 3,90%.
Para o IGP-M, as projeções para 2025 e 2026 foram reduzidas, de 1,15% para 1,10%, e de 4,23% para 4,20%, respectivamente. Já em 2027 e 2028, as medianas apresentaram estabilidade, em 4% e 3,96% cada.
Já as expectativas para variação de preços administrados dentro do IPCA em 2025 caiu 4,68% para 4,66%. O mesmo ocorreu em 2028, onde a queda foi de 3,70% para 3,65%. Nos casos de 2026 e 2027, o cenário foi de estabilidade, com as projeções permanecendo, ambas, em 4,00%;
Câmbio
A mediana para o dólar em 2025 apresentou recuo, de R$ 5,55 para R$ 5,50. Já para 2026, a estimativa ficou em R$ 5,60, mesmo cenário visto em 2027, onde a projeção se manteve em R$ 5,60. Para 2028, a perspectiva foi reduzida, de R$ 5,56 para R$ 5,54.
PIB
Para o produto interno bruto (PIB), a mediana das projeções de 2025 apresentou estabilidade, permanecendo em 2,16%. O mesmo ocorreu com a estimativa para 2028, que continuou em 2%, no mesmo resultado que apresenta há 79 semanas. Já em 2026 as medianas foram reduzidas, de 1,85% para 1,80%, enquanto que em 2027 o cenário é de alta, com a perspectiva passando de 1,88% para 1,90%.
Selic
Enquanto isso, a previsão para taxa básica de juros neste ano ficou em 15% pela décima segunda semana seguida. Já para 2026, a projeção é de queda, de 12,50% para 12,38%. Nos dois anos seguintes, por outro lado, a mediana apresentou estabilidade, permanecendo em 10,50% e 10%, respectivamente.
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