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Publicado em 19/01/2026 às 09h49.

Jerônimo Rodrigues revela destino da antiga rodoviária de Salvador

Espaço será desocupado pela Sinart e funcionará temporariamente como base da Polícia Militar

Daniel Serrano / Heber Araújo
Foto: Heber Araújo / Bahia.ba

 

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) revelou, nesta segunda-feira (19), qual o será o defino da antiga rodoviária de Salvador, após a entrega do novo terminal, localizado no bairro de Águas Claras. 

Em entrevista coletiva, o governador revelou que há um acordo com a Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico (Sinart) para desocupar o prédio da antiga rodoviária, que já vai se iniciar na próxima terça-feira (20). Além disso, Jerônimo Rodrigues disse ainda que o local servirá temporariamente como uma base da Polícia Militar.  

“Nós temos um acordo feito com a Sinart. Ela precisa de mais uns dias para poder desocupar, mas ali a partir de amanhã, quando fechar as chaves que a Sinart vier para cá, a gente já entra com a Guarda Patrimonial da Saeb [Secretaria de Administração do Estado da Bahia], a gente já entra ali também a Polícia Militar para os mais desavisados, ali vai ter Polícia Militar, que ali vai servir como uma base enquanto a gente constrói em outra região”, afirmou Jerônimo Rodrigues. 

Após a desocupação, o governador detalhou como será o processo para a venda do terreno, já autorizada pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). De acordo com Jerônimo Rodrigues, um estudo está sendo realizado para apontar qual o perfil do empreendimento que melhor se adequa à região da cidade em que a estrutura da antiga rodoviária se encontra para colocar uma “condicionante de venda” no contrato para que “não possa atrapalhar a mobilidade”. 

“Nós estamos vendo só as condições, porque se alguém perguntar ao redor, aqui cabe um centro de convenções, nós estamos tendo a rodoviária dali por conta de mobilidade, você imagina fazer um centro de convenções, não tem como. Ali cabe alguma coisa de habitacional, ali cabe alguma coisa de comércio, vai ter que fazer um estudo, estão fazendo isso, concluindo, para ver o que é que a gente pode já colocar no condicionante de venda que não possa atrapalhar a mobilidade”, revelou. 

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