Publicado em 15/02/2026 às 11h21.

‘Ouro Negro fortalece blocos afro e identidade cultural’, diz Fabya Reis

Secretária ainda avalio que o balanço da festa tem sido positivo

Luana Neiva / Carolina Papa
Foto: Jorge Jesus/bahia.ba

A secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia, Fabya Reis, fez um balanço positivo do Carnaval de Salvador e destacou o papel do programa Ouro Negro no fortalecimento dos blocos afro e da identidade cultural da festa.

“Hoje a gente precisa enaltecer essa presença forte dos blocos afro, dos indígenas, do samba. Eu já pude percorrer o Cortejo Afro, o Olodum, o Ilê Aiyê. Hoje temos a saída do Filhos de Gandhy e celebrando os 18 anos do nosso Ouro Negro, esse fomento que é muito importante à cultura e fortalecendo toda a presença dos nossos blocos afros”, afirmou, em entrevista ao bahia.ba, neste domingo (15).

Segundo a secretária, o incentivo aos blocos afro é uma diretriz do governo do Estado. “Essa é uma determinação forte do nosso governo de incentivar também esse Carnaval ancestral, esse Carnaval que traz a nossa identidade e que conecta tão bem a nossa cultura. Então a gente está celebrando”, disse.

Fabya Reis também destacou que o programa Ouro Negro faz parte de um conjunto de ações integradas do governo durante a festa. “A gente está aqui ao lado de um conjunto das ações integradas do nosso governo, garantindo a segurança alimentar e nutricional com comida de qualidade, que envolve toda uma rede de profissionais, de nutricionistas, técnicos em nutrição, todo o cuidado com preparo para oferecer comida de qualidade, com produtos da agricultura familiar”, relatou.

Ela explicou que essa estrutura garante dignidade a trabalhadores que atuam no Carnaval. “Essa retaguarda chega com alimentos para os catadores e catadoras, para os cordeiros, trabalhadores ambulantes, para que a gente possa conferir essa dignidade”, pontuou.

A secretária também citou a campanha de proteção a crianças e adolescentes durante a folia. “Estamos divulgando a nossa campanha de proteção às nossas crianças e adolescentes, um trabalho que envolve toda a rede do sistema de justiça, Ministério Público, a nossa Secretaria de Justiça, para convocar a sociedade e divulgar o Disque 100 em casos de violação, protegendo contra exploração sexual e trabalho infantil”, disse.

Por fim, Fabya avaliou o Carnaval como positivo. “Então, é um Carnaval com um balanço muito positivo, com as equipes atuando firme, com muita alegria. Além da segurança pública e da saúde, é o maior Carnaval com tecnologia integrada para a proteção social e para a garantia dos direitos humanos”, concluiu.

Luana Neiva
Jornalista formada pela Estácio Bahia com experiências profissionais em redações, assessoria de imprensa e produção de rádio. Possui passagens no BNews, iBahia, Secom e Texto&Cia.

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