Publicado em 06/03/2026 às 11h49.

Versão definitiva de ‘Kill Bill’ chega aos cinemas brasileiros

"The Whole Bloody Affair” reúne os dois volumes do clássico de Quentin Tarantino em uma única edição

João Lucas Dantas
Foto: Reprodução/ Lionsgate

 

A versão definitiva de Kill Bill: The Whole Bloody Affair chega aos cinemas brasileiros a partir desta sexta-feira (6). A nova edição do clássico de Quentin Tarantino reúne em um único filme os dois longas lançados originalmente em 2003 e 2004, além de incluir sequências inéditas.

Qual é a história de Kill Bill?

A trama acompanha Beatrix Kiddo, interpretada por Uma Thurman, uma ex-assassina que é traída pelo grupo ao qual pertencia, o Deadly Viper Assassination Squad. Após despertar de um longo coma, ela inicia uma jornada de vingança contra todos os que a traíram — caminho que a leva até Bill, personagem de David Carradine, seu antigo mentor e amante responsável pela tentativa de assassinato.

Inspirado por referências do cinema de kung fu, filmes de samurai, westerns italianos e animes, o projeto é considerado um dos trabalhos mais estilizados de Tarantino. A produção também ajudou a consolidar Uma Thurman como uma das heroínas mais marcantes do cinema contemporâneo.

O que muda em ‘The Whole Bloody Affair’?

Exibida pela primeira vez no Festival de Cannes 2004 e projetada desde então apenas em raras sessões no New Beverly Cinema, a versão reúne Kill Bill: Volume 1 e Kill Bill: Volume 2 em um único épico de vingança — formato que Tarantino sempre afirmou ser sua ideia original.

Entre as novidades está uma sequência de cerca de sete minutos em anime produzida pelo estúdio japonês Production I.G, conhecido por Ghost in the Shell. A cena expande a história da gangue Crazy 88 e reforça as influências japonesas que marcaram a estética da obra.

A montagem também traz ajustes no ritmo e na estrutura narrativa, alternando momentos-chave da história. Além disso, a nova edição não possui cortes de censura, restaurando toda a violência estilizada e o sangue em cores intensas que haviam sido suavizados nas versões originais para atender às restrições de classificação indicativa.

João Lucas Dantas
Jornalista com experiência na área cultural, com passagem pelo Caderno 2+ do jornal A Tarde. Atuou como assessor de imprensa na Viva Comunicação Interativa, produzindo conteúdo para Luiz Caldas e Ilê Aiyê, e também na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Salvador. Foi repórter no portal Bahia Econômica e, atualmente, cobre Cultura e Cidade no portal bahia.ba. DRT: 7543/BA

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