Publicado em 02/04/2026 às 10h31.

Governo da Bahia firma acordo para a construção de novo mercado municipal em Serrinha

O investimento no novo equipamento será superior a R$ 10 milhões

Lívia Patrícia Batista
Responsáveis pela assinatura do convênio entre Governo da Bahia e prefeitura de Serrinha prevê a construção de novo mercado municipal
Convênio entre Governo da Bahia e prefeitura de Serrinha prevê a construção de novo mercado municipal (Foto: André Frutuôso/CAR)

 

O Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), firmou um convênio nesta quarta-feira (1º) para a construção de um novo mercado municipal na cidade de Serrinha. O investimento no equipamento será de R$ 10.031.346,41, de acordo com o publicado no Diário Oficial

Para o novo mercado, estão previstos 60 boxes destinados à comercialização de carnes, aves e pescados, com áreas adequadas, bancadas padronizadas e condições apropriadas de higiene e conservação dos alimentos.

De acordo com , Alexandre Simões, o diretor geral da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), da SDR responsável pelo empreendimento, a iniciativa contribui para o fortalecimento da economia local. “A requalificação dos mercados amplia as condições de comercialização e beneficia tanto os feirantes quanto os consumidores”, afirmou.

O projeto do novo mercado municipal também prevê a organização dos espaços destinados à comercialização de hortifrúti, grãos e produtos da agricultura familiar, além de melhorias na ventilação e iluminação dos ambientes e a modernização das instalações elétricas e hidráulicas. A proposta é ampliar a capacidade de comercialização e consolidar o mercado como um importante espaço de abastecimento e convivência no Território do Sisal.

O prefeito de Serrinha, Cyro Novais, destacou a parceria com o Governo do Estado. “O novo mercado municipal é resultado dessa articulação e representa um avanço para o município”, declarou.

Para o coordenador de Segurança Alimentar e Nutricional da CAR, Gilmar Bonfim, os mercados municipais exercem funções que vão além da comercialização. “São espaços que também favorecem a convivência e o diálogo com a população”, pontuou.

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