Publicado em 18/05/2026 às 10h20.

Papazoni une essência do pagode baiano à atmosfera dos festejos juninos em novo projeto

Repertório do projeto traz releituras de canções conhecidas do público

Redação
Foto: @fotonamissao

 

O clima do interior, a estética da roça, a musicalidade nordestina e a identidade já consolidada do pagode baiano se encontram no novo projeto audiovisual da banda Papazoni. “Papazoni na Roça” chega como uma aposta da banda para o período junino, mas sem abrir mão da sonoridade que construiu sua trajetória ao longo dos anos.

Gravado no Haras APraia, em Cabaceiras do Paraguaçu, no interior da Bahia, o audiovisual apresenta uma proposta que mergulha na atmosfera típica dos festejos nordestinos, dialogando com diferentes referências musicais e reforçando a versatilidade artística do grupo liderado por Felipe Gama. O projeto foi dividido em dois EPs.

O primeiro acaba de ser lançado e reúne 10 faixas, entre regravações e músicas autorais revisitadas pela banda. Entre os destaques está “Seis Cordas”, escolhida como música de trabalho e que viralizou nas redes sociais antes mesmo do lançamento oficial.

Além dela, o repertório traz releituras de canções conhecidas do público, como “Laranjinha”, “Inquilina”, “Caso Indefinido”, “Infiel” e “Te Esperando”, além de “Passinho do Vaqueiro”, apresentada em nova versão.

“Existe um respeito muito grande pela cultura do forró e pela força que esse movimento tem dentro dos festejos juninos. O que a gente quis fazer foi viver essa atmosfera do nosso jeito, trazendo a identidade do Papazoni, do pagode baiano, mas dialogando com esse universo tão rico do interior, da roça, da música nordestina. É um projeto muito verdadeiro”, conta o vocalista Felipe Gama.

Para mergulhar na proposta do audiovisual, Felipe passou algumas semanas vivendo a rotina da fazenda onde aconteceram as gravações, buscando absorver detalhes da estética e da energia que o projeto pretendia transmitir.

“O Nordeste é plural musicalmente. O São João também abre espaço para encontros, misturas e novas linguagens. A gente acredita muito nessa conexão entre ritmos, sem perder nossa essência em nenhum momento”, completa.

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