Publicado em 10/07/2026 às 08h12.

Justiça condena irmão de Virginia Fonseca por importunação sexual

decisão que tramita na Justiça desde 2023 foi anunciada na terça-feira (7)

Redação
Foto: Arquivo pessoal/Lilly Martins

 

O irmão da influenciadora Virginia Fonseca, William Pimenta Gusmão, foi condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A decisão que tramita na Justiça desde 2023 foi anunciada na terça-feira (7).

William Pimenta Gusmão foi condenado pelo crime de importunação sexual contra a empreendedora Lilly Martins, em  2023. O irmão de Virginia chegou a ser absolvido, mas após recurso, foi condenado por unânime.

“A minha vida virou totalmente de cabeça para baixo. Então todo mundo fazia chacota com a minha cara, falava que eu só queria seguidores. Ele denegriu a minha imagem no Brasil inteiro. Então eu só queria justiça, e a justiça, graças ao meu bom Deus, chegou”, afirmou Lily em entrevista ao g1.

Em nota, a defesa de William discordou da condenação e que a decisão não é definitiva. Os advogados vão entrar com recurso.

Lily denunciou à Polícia Civil que foi importunada sexualmente pelo irmão de Virginia enquanto estava em uma festa na festa de Jussara. Na época, ela relatou que a importunação aconteceu quando ela pediu para tirar uma foto com o homem, momento em que ele enfiou a mão na calça dela.

Confira a nota da defesa de William Gusmão 

“A defesa técnica de William Pimenta Gusmão vem a público manifestar-se sobre a recente decisão proferida pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.

Informamos que a decisão não é definitiva, pois trata-se do julgamento de um recurso dos assistentes de acusação. Embora a defesa respeite o entendimento dos Desembargadores do Tribunal de Justiça de Goiás, manifesta sua veemente discordância com a condenação, uma vez que o réu nega peremptoriamente a prática do fato que lhe é falsamente imputado.

O Ministério Público, tanto em primeira instância, por meio do Promotor de Justiça quanto em grau de recurso, por meio do Procurador de Justiça emitiu pareceres favoráveis à absolvição de William Gusmão, constatando a flagrante ausência de provas e de materialidade delitiva.

Diante da inocência do acusado e da contradição entre o resultado do julgamento e o entendimento no Ministério Público e da linha de defesa e considerando que a decisão não é definitiva, ainda cabem recursos aos Tribunais Superiores, que serão utilizados dentro das possibilidades legais.”

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