Publicado em 01/08/2019 às 12h13.

Presidente da Andifes, João Carlos Salles diz que UFRB está ‘acéfala’

Universidade Federal do Recôncavo está sem reitor desde a última terça-feira (30)

Milena Teixeira
Foto: Informa 1/Divulgação
Foto: Informa 1/Divulgação

 

Presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o reitor da Ufba, João Carlos Salles, está preocupado com a situação da Universidade Federal do Recôncavo (UFRB), que está sem reitor.

A instituição está sem comando desde a última terça-feira (30), quando a vice-reitora Georgina Gonçalves, que atuava na função, teve seu mandato encerrado. O ex-reitor, Silvio Luiz de Oliveira, deixou o cargo no último dia 15.

Para Salles, a ausência de um reitor pode deixa a universidade “sem cérebro”. Isso porque a instituição ficará ter como fazer uma série de atividades importantes, como assinar contratos, fazer representações oficiais ou até  emitir portarias.

“É absolutamente desejável que a pessoa escolhida pela comunidade seja nomeada. A universidade não pode ficar acéfala. Nós, da Andifes, estamos prestando nosso apoio e, se for preciso, vamos enviar algum posicionamento[…] Claro que existe alguém para responder pela universidade, mas essa pessoa está limitada”, afirmou o reitor da Ufba, na manhã desta quinta-feira (1º).

O bahia.ba tentou contato com a universidade para saber quem estava na reitoria nesta quinta, mas não obteve retorno até o final desta reportagem.

 Moção de Preocupação

Na quarta-feira (31),  o Conselho Universitário (Consuni) da UFRB enviou um pedido ao Ministério da Educação (MEC) solicitando a nomeação imediata da vice-reitora para o próximo quadriênio 2019/2023. Ela foi a mais votada pela comunidade acadêmica, em 27 de fevereiro, para ocupar o cargo.

O documento, chamado de Moção de Preocupação, foi votado e aprovado de forma unânime pelos conselheiros.

 

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