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Publicado em 13/01/2026 às 18h23.

Retomada de fábricas de fertilzantes impulsiona agronegócio e gera mais de 5 mil empregos

Com investimentos de R$ 38 milhões em cada unidade, as plantas estão focadas na produção de amônia, ureia e ARLA 32

Redação
Foto: Reprodução/ Internet

 

O setor de fertilizantes no Nordeste vive um momento de revitalização neste início de 2026. As Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (FAFENs) da Bahia e de Sergipe iniciaram suas operações, marcando um passo estratégico para reduzir a dependência brasileira de insumos importados.

Com investimentos de R$ 38 milhões em cada unidade, as plantas estão focadas na produção de amônia, ureia e ARLA 32, produtos essenciais tanto para a produtividade do campo quanto para o setor industrial e ambiental.

A unidade de Sergipe, em Laranjeiras, já opera em ritmo acelerado: começou a produzir amônia no último dia de 2025 e iniciou a fabricação de ureia em 3 de janeiro.

Já a planta da Bahia, localizada no Polo Industrial de Camaçari, concluiu sua manutenção em dezembro e está em fase de comissionamento, com a expectativa de que a ureia comece a sair da linha de produção até o final deste mês.

A reativação das fábricas traz um alívio imediato para o mercado de trabalho regional, gerando 1.350 empregos diretos e 4.050 indiretos. Além disso, a capacidade produtiva das unidades é robusta, com a fábrica de Sergipe produzindo 1.800 toneladas/dia de ureia, enquanto a unidade da Bahia produz 1.300 toneladas/dia de ureia.

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