Publicado em 02/02/2016 às 09h16.

Ufba discute melhorias na rede de assistência a gestante em maternidades

Falta de estrutura física, sobrecarga de profissionais e os riscos à saúde de pacientes foram apontados como pontos de melhorias urgentes

Redação
Na foto: Exame pre-natal feito no IPERBA Foto: Mateus Pereira/SECOM
Na foto: Exame pre-natal feito no Iperba. Foto: Mateus Pereira/Secom

 

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) realizou, nesta segunda-feira (1º), uma audiência pública para debater a situação do atendimento médico obstétrica e neonatal no estado. Partindo da experiência da Maternidade Climério de Oliveira, no Nazaré, que integra a rede estadual e está dentro da estrutura de ensino da universidade, os gestores públicos e representantes de profissionais da área de saúde debateram a situação nas maternidades e rede de assistência às gestantes.

Na discussão foram apontadas questões em torno da superlotação das maternidades, falta de estrutura física, sobrecarga de profissionais e os riscos à saúde de pacientes que permanecem internadas indevidamente em macas, poltronas de acompanhantes, cadeiras, leitos de exames e salas de parto, o que é um risco tanto para as mães quanto para os filhos.

Na ocasião, o vice-reitor da Ufba, Paulo César Miguez, afirmou que “a universidade quer promover o encontro entre os principais atores dessa discussão, para que, com rapidez, possamos encontrar uma solução para o problema, que é grave”.

O secretário municipal de saúde, José Antônio Rodrigues, representantes da Secretaria estadual da Saúde, da Associação de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia e do Conselho de Enfermagem e de Medicina também estiveram presentes no evento, que aconteceu no Salão Nobre da Reitoria.

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