Publicado em 24/05/2016 às 10h40.

ViaBahia retira radares da BR-324

Os equipamentos foram removidos sem flagrar nenhum condutor que tivesse ultrapassado a velocidade permitida no período

Redação
BR-324. Foto: Via Bahia
BR-324. Foto: ViaBahia

 

Os 16 radares para controle de velocidade, localizados ao longo da rodovia BR-324, foram retirados pela própria concessionária ViaBahia – empresa que administra a rodovia. Os equipamentos colocados em dezembro de 2013 foram removidos sem flagrar nenhum condutor que tivesse cometido tal infração de trânsito no período.

Os equipamentos custaram cerca de R$ 13 milhões e estavam dispostos em 113 quilômetros, na distância que separa a capital baiana de Feira de Santana. O objetivo da instalação dos aparelhos era controlar a velocidade máxima de 60 km/h para veículos grandes e 80 km/h para automóveis nos trechos urbanos.

A ViaBahia esclareceu, em nota, que desde a instalação, em dezembro de 2013, os equipamentos funcionavam apenas “em caráter educativo”. E disse ainda que foram retirados para uma atualização e que devem ser reinstalados no segundo semestre deste ano.

Ainda de acordo com informações da concessionária, os radares são parte do Sistema Inteligente de Transporte (ITS, na sigla em inglês), composto por controle de velocidade, contadores eletrônicos de tráfego, painéis de mensagens variáveis, estação meteorológica e circuito fechado de TV.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou, de janeiro até o último dia 16, 9.052 infrações por excesso de velocidade entre os Km-518 e Km-626 da BR-324, sem mortos. No ano passado, foram registradas 33,9 mil infrações pela PRF, que computou 69 acidentes por causa do excesso de velocidade, três deles considerados graves. Ao todo, duas pessoas morreram e outras 45 ficaram feridas.

Ainda de acordo com a PRF, os trechos entre a entrada de São Sebastião e o viaduto de Santo Amaro e na cidade de Amélia Rodrigues, sentido Feira, são onde ocorrem os acidentes mais graves. Na direção contrária, o trecho da chegada à capital, entre Águas Claras e o Acesso Norte, seria o mais crítico.

Com informações do A Tarde.

Mais notícias

Este site armazena cookies para coletar informações e melhorar sua experiência de navegação. Gerencie seus cookies ou consulte nossa política.