Publicado em 26/03/2020 às 14h13.

Apesar de decreto, líderes mantêm suspensas as atividades religiosas presenciais

Segundo os líderes das instituições, a medida visa prevenir os fiéis contra o coronavírus

Redação
Foto: Gulherme Weber /Rodtag Fotografias
Foto: Gulherme Weber /Rodtag Fotografias

 

Apesar do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro onde inclui as atividades religiosas com serviços essenciais, os líderes religiosos e entidade de congregações afirmaram que não retornarão as atividades presenciais em seus templos.

Segundo o Estadão, a tendencia é que as atividades presenciais continuem sendo substituídas por ações virtuais como medida de prevenção ao coronavírus. O decreto pondera que as atividades devem seguir as recomendações do Ministério da Saúde.

O decreto assinado por Bolsonaro foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26) e incluiu as “atividades religiosas de qualquer natureza” na lista de serviços e atividades essenciais que podem funcionar normalmente durante a quarentena.

Em outras partes do mundo os rituais religiosos e tradições não passaram ilesos ao Covid-19. A Diocese de Roma fechou mais de 900 igrejas e o papa liberou os fiéis de irem à missa aos domingos. No Vaticano, a Praça de São Pedro não tem mais eventos.

A Arábia Saudita fechou os portões das principais mesquitas para as tradicionais orações de sexta. Os eventos religiosos em Israel foram suspensos e os lotados templos hinduístas da Ídia estão com o funcionamento restrito.

PUBLICIDADE