Publicado em 08/11/2019 às 15h00.

Policiais vão à casa de porteiro que citou ‘seu Jair’ no caso Marielle

Segundo a Folha, os policiais foram à residência de Alberto Jorge Ferreira Mateus para intimá-lo a depor novamente

Redação
Foto: Divulgação/Polícia Civil
Foto: Divulgação/Polícia Civil

 

Dois policiais civis da Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro foram, no começo da tarde desta sexta-feira (8), à casa do porteiro que prestou depoimento nas investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

De acordo com a Folha, os policiais foram à residência de Alberto Jorge Ferreira Mateus, no bairro da Gardênia Azul, para intimá-lo a depor novamente, mas parentes informaram que ele não estava no momento.

Segundo O Globo, os policiais usaram uma viatura descaracterizada para ir ao local, onde ficaram por aproximadamente dez minutos.

Em depoimento prestado no começo de outubro, Beto – como é conhecido – registrou a casa de número 58 do Condomínio Vivendas, onde morava o presidente Jair Bolsonaro, como destino do ex-policial militar Élcio de Queiroz, suspeito dos homicídios.

O porteiro também disse que, ao interfonar para a residência, identificou a voz de “seu Jair”. No dia em questão, o então deputado federal estava em Brasília, como mostram os registros de presença na Câmara dos Deputados.

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