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Publicado em 21/01/2026 às 18h52.

Ibovespa sobe 3,4%, renova recordes e se aproxima dos 172 mil pontos

Esse é nível mais alto já registrado em um fechamento, segundo dados preliminares

Redação
Foto: Ibovespa

 

O Ibovespa fechou em forte alta nesta quarta-feira (21), renovando sucessivas máximas históricas e encostando nos 172 mil pontos, em um movimento impulsionado principalmente pelo fluxo de capital estrangeiro e pelo desempenho de ações de grande peso no índice.

O principal indicador da Bolsa brasileira avançou 3,42%, aos 171.969,01 pontos, nível mais alto já registrado em um fechamento, segundo dados preliminares. Ao longo da sessão, o índice superou pela primeira vez as marcas de 167 mil, 168 mil, 169 mil, 170 mil e 171 mil pontos.

O desempenho foi sustentado pelas chamadas blue chips. Papéis do Itaú Unibanco e da Vale renovaram seus topos históricos, contribuindo de forma relevante para a alta do índice, em um dia marcado por apetite ao risco e entrada consistente de recursos externos.

O cenário internacional também colaborou para o otimismo. Investidores reagiram positivamente ao recuo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação a declarações sobre a possibilidade de impor tarifas como instrumento de pressão para assumir o controle da Groenlândia, o que ajudou a reduzir tensões geopolíticas e favoreceu mercados emergentes.

A mínima do pregão foi registrada logo na abertura, quando o Ibovespa marcou 166.277,91 pontos. A partir daí, o índice ganhou tração ao longo do dia, com aceleração dos ganhos no período da tarde.

O volume financeiro negociado somava R$ 39,84 bilhões antes dos ajustes finais, bem acima da média diária de 2026, estimada em R$ 28,99 bilhões. O giro reforça a leitura de que o avanço foi sustentado por fluxo relevante, especialmente de investidores estrangeiros, em um movimento que levou o mercado brasileiro a novos patamares históricos.

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