Publicado em 26/10/2021 às 13h46.

Na prévia de outubro, alimentos voltam a ser principal pressão inflacionária na RMS

Seguidos por transportes (1,60%) e habitação (2,40%)

Redação
Foto: Geraldo Bubniak/ AEN
Foto: Geraldo Bubniak/ AEN

 

O IPCA-15 de outubro na Região Metropolitana de Salvador (1,10%) foi resultado de aumentos nos preços médios em sete dos nove grupos de produtos e serviços que formam o índice. Apenas educação (-0,05%) e comunicação (-0,05%) tiveram deflações médias.

O maior aumento médio no mês veio, mais uma vez, de vestuário (2,21%). Entretanto, por ter o maior peso nas despesas das famílias da RM Salvador, o grupo alimentação e bebidas (1,41%) exerceu a principal pressão de alta na prévia da inflação de outubro.

Os preços dos alimentos (1,41%) tiveram, segundo o IPCA-15, o maior aumento médio desde novembro de 2020, quando o índice do grupo na RMS havia sido de 1,75%. Foram puxados pelos produtos consumidos em casa (1,65%), com força maior das aves e ovos (5,02%), carnes (1,25%) e frutas (3,86%). O frango em pedaços aumentou, em média, 6,08%; e o frango inteiro, 5,20%.

A segunda pressão de alta mais intensa, na prévia da inflação de outubro, veio do grupo transportes (1,60%). Ele foi puxado pelas passagens aéreas (43,38%), que tiveram o maior aumento dentre as centenas de produtos e serviços pesquisados para formar o IPCA-15 e também foram o item que individualmente mais contribuiu para o aumento do índice em outubro, na RM Salvador. Além delas, o transporte por aplicativo (15,18%) também foi uma pressão relevante.

Com o segundo maior aumento e a terceira principal contribuição de alta, o grupo habitação (2,04%) seguiu puxado pela energia elétrica (3,41%) e pelo gás de botijão (4,50%).

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