Publicado em 27/04/2026 às 11h50.

Banda soteropolitana lança álbum com influência do post-indie à inventividade da tropicália

CINEMA já chega às plataformas com dois singles e um videoclipe lançados

Redação
Foto: Divulgação

 

A banda soteropolitana Merlô acaba de lançar CINEMA, seu disco de estreia com 13 faixas inéditas, nesta segunda-feira (27/04). Formado por Ariel Ricci (voz, teclas e guitarra), Faustino Menezes (baixo e voz), Rugolo Dalaneza (bateria e voz) e Thiago Vinícius (voz e guitarra), o grupo mergulha em uma narrativa que funde a urgência do post-indie à inventividade da tropicália.

Longe de ser um tributo direto à sétima arte, CINEMA utiliza a tela como metáfora para o espaço da mente, onde memórias, sonhos e expectativas são projetados como cenas de um roteiro íntimo. O álbum propõe uma experiência sonora introspectiva, em que cada faixa atua como um fragmento da história de quem ouve uma película que oscila entre a nitidez da lembrança e o borrão do tempo.

CINEMA já chega às plataformas com dois singles e um videoclipe lançados. Além da homônima “Cinema”, o segundo single “Amélia” vem acompanhado de belas imagens do quarteto aproveitando uma tarde de domingo sem pressa em meio ao Parque da Cidade, em Salvador (BA) e está disponível no YouTube.

Para este trabalho, a banda compartilhou o processo criativo visual com o multifacetado Ramon Gonçalves (Aurata), que assina a direção de arte de todo o disco, incluindo a capa, além da direção do videoclipe de “Amélia”. As fotos tem assinatura de Rafael Rodrigues e do próprio Ramon.

Além do álbum nas plataformas de streaming, a banda compartilhou em seu canal no YouTube um filme de 40 minutos que acompanha visualmente cada faixa do disco, transformando o trabalho em uma película que dá vida às memórias, planos e criatividade compartilhadas pelos quatro compositores principais.

A Sonoridade

A identidade musical da Merlô desafia conceitos fechados. Em CINEMA, a banda equilibra o vigor dos arranjos de rock com a sutileza rítmica brasileira, criando a atmosfera ideal para uma viagem temporal e emocional. Produzido com foco na multiplicidade, o disco é, ao mesmo tempo, um reflexo íntimo dos seus integrantes e um convite para que o público reconheça sua própria trajetória refletida em cada nota.

O projeto reúne participações de artistas como Aurata, Elis Felice, Drigo, Jardim Soma, Rei Lacoste, Zepeto e Ivan Motosserra, ampliando o caráter colaborativo do álbum. A produção musical é de Ariel Ricci e a engenharia de mixagem de Zepeto (BAGUM).

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