Publicado em 05/03/2026 às 09h45.

Blogueiro baiano acusa amigo de roubo e revela rombo de R$ 600 mil: ‘Custei a acreditar’

Influenciador Junior Caldeirão informou conhecer o homem desde os 15 anos

Carolina Papa
Fotos: Reprodução/Instagram

 

O influenciador Junior Caldeirão surpreendeu internautas ao acusar um amigo de ter lhe causado um rombo financeiro de R$ 600 mil. A polêmica em torno do patrimônio do blogueiro baiano veio à tona na quarta-feira (4).

Junior Caldeirão, através das redes sociais, informou que o amigo, que conhece desde os 15 anos, afirmou que custou a acreditar que uma pessoa tão próxima estaria cometendo o ato ilícito. Em seu desabafo, o influenciador relembrou ainda ter dado um apartamento ao amigo em questão.

“Fui roubado e estou devendo mais de R$ 600 mil ao banco. Gente, eu não queria vir aqui falar conversar sobre isso. Só de falar eu fico mal, tá? Essa, de fato, eu não esperava. Para quem não sabe, a gente tinha um amigo, que vocês conhecem, a quem eu dei uma casa, dei tudo, porque eu conheço ele desde os meus 15 anos de idade. Esse amigo eu coloquei para trabalhar comigo e ele trabalhava na parte do financeiro. Como eu tenho muito pagamento, muita demanda, eu tinha uma assessoria de doação, pela qual a gente fazia doações para muita gente. Então, a empresa movimentava valores sempre, então achei necessário ter uma assessoria de financeiro, né? Aí junto com minha contabilidade, ele trabalhava nessa parte de fazer os pagamentos. Então a única obrigação dele exclusiva era fazer os pagamentos, planilhar os pagamentos”, contou.

“Como a pessoa era uma pessoa próxima a mim, além de estar trabalhando com uma parte muito delicada, a gente quer um lugar onde envolve dinheiro e a gente sabe que quando envolve uma empresa envolve dinheiro, não tem como você desviar sem que o resto da equipe descubra. Então, foi uma coisa que toda a equipe soube, eu custei acreditar”, disse.

O blogueiro contou ainda ter descoberto que o amigo esperou ele viajar para o Japão para usar um cartão de crédito sem limite para comprar Iphones, viagens, motos e outras despesas de alto valor.

“Essa pessoa queria uma casa maior para caber mais gente dentro da casa, para comportar mais gente, porque a casa só vivia cheia. Aí eu falei: ‘já te dei uma casa’. Casa que ele escolheu, gente, eu deixei ele escolher, para vocês terem noção. Falei: ‘Ó, se você quiser trocar, você pode, mas eu não vou te ajudar a comprar mais nada, fica a sua conta em risco, entendeu? Acabou’. E o que que essa pessoa fez? Essa pessoa arrumou outra casa no c* do mundo e eu praticamente tive que pagar. Porque, como eu falei, eu estava em tratamento para descobrir se eu tinha TDAH e aí ele colocou o valor da casa na minha conta física”, complementou.

Carolina Papa
Jornalista. Repórter de política, mas escreve também sobre outras editorias, como cultura e cidade. É apaixonada por entretenimento, música e cultura pop. Na vida profissional, tem experiência nas áreas de assessoria de comunicação, redação e social media.

Mais notícias

Este site armazena cookies para coletar informações e melhorar sua experiência de navegação. Settings ou consulte nossa política.