Publicado em 09/02/2026 às 10h45.

Camaleão faz releitura de primeira mortalha produzida para o bloco em 1986

Assinada por Pedrinho da Rocha, arte faz referência ao primeiro design do bloco

Redação
Foto: Reprodução/Assessoria

 

O Bloco Camaleão trará para o Carnaval 2026 um convite para mergulharmos na essência que deu origem a um dos mais importantes blocos da folia. Com uma releitura da primeira mortalha produzida para o bloco em 1986, assinada por Pedrinho da Rocha, o abadá do domingo, primeiro dia de desfile, trará em seu design referências ao primeiro modelo feito na década de 80, agora repensado com um olhar contemporâneo, contando uma história que atravessa gerações

Idealizado pelo designer de fantasias, o abadá traz em suas cores e desenhos, claras referências ao modelo de estreia do Camaleão em 1986.

“Nos anos 80 ainda tinha uma influência do tropicalismo e eu quis fazer uma homenagem àquele mundo tropical que a gente vivia, epresentando um pouco aquela questão da natureza, das florestas.”, comentou Pedrinho da Rocha.

Sob o comando de Bell Marques, o Camaleão desfila no domingo, segunda e terça de Carnaval no Circuito Barra/Ondina. Comemorando 40 anos desde a primeira versão, o Camaleão segue consolidado como um dos blocos mais disputados e procurados do Carnaval de Salvador.

“Celebrar os 40 anos dessa fantasia é mais do que revisitar uma imagem marcante do Camaleão — é reverenciar a criatividade e a ousadia de Pedrinho da Rocha, que em 1986 transformou arte em identidade. Essa fantasia atravessou gerações, virou símbolo e segue viva, colorida e pulsante, como o próprio Carnaval da Bahia. Vamos reviver essa história em 2026.”, comentou Joaquim Nery, diretor do Bloco Camaleão.

Os abadás ainda estão sendo vendidos na loja da Central do Carnaval, no 2º e no 3º piso do Shopping da Bahia ou através do site www.centraldocarnaval.com.br.

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