Publicado em 05/02/2026 às 10h47.

Lavagem Cultural chega à 34ª edição com samba no Centro Histórico

Evento acontece no dia 11 de fevereiro e abre o calendário carnavalesco da região

João Lucas Dantas
Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

Artistas e produtores culturais da Bahia já se preparam para participar da tradicional Lavagem Cultural, que neste ano chega à sua 34ª edição, tendo o samba como tema principal. A abertura do calendário carnavalesco do Centro Histórico acontece na quarta-feira, 11 de fevereiro, um dia antes da abertura oficial do Carnaval.

Nesta edição, o sambista e compositor Nelson Rufino será coroado rei da festa, enquanto a cantora e sambista Ju Moraes ocupará o posto de rainha. Os dois desfilarão em carro aberto durante o cortejo.

De acordo com a comissão organizadora, o samba foi escolhido por representar ancestralidade, resistência e alegria do povo, sendo uma expressão viva da identidade baiana. “O samba é patrimônio cultural e força criativa do estado, e Nelson Rufino, além de autor de grandes clássicos, representa a alma do samba e sua profunda ligação com a Bahia”, afirma Amélia Freitas, integrante da comissão.

O cortejo terá concentração em frente ao Fera Palace Hotel, na Rua Chile, a partir das 14h30, seguindo até o Largo Quincas Berro D’Água, no Pelourinho, onde ocorrerá a coroação do rei e da rainha da festa. A caminhada será acompanhada por baianas estilizadas, uma banda de sopro e pela percussão do afoxé Filhos de Gandhy.

A 34ª Lavagem Cultural é promovida por servidores da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), e conta ainda com a participação de servidores de outros órgãos ligados à cultura, além de convidados, turistas, artistas e foliões.

A caminhada é aberta ao público. Já o acesso à festa no Largo Quincas Berro D’Água será restrito aos portadores da camisa padronizada do evento. A primeira edição da Lavagem Cultural ocorreu em 1989, quando a instituição, hoje sediada no Palacete das Rosas, no Campo Grande, ainda funcionava na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, no bairro dos Barris.

João Lucas Dantas
Jornalista com experiência na área cultural, com passagem pelo Caderno 2+ do jornal A Tarde. Atuou como assessor de imprensa na Viva Comunicação Interativa, produzindo conteúdo para Luiz Caldas e Ilê Aiyê, e também na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Salvador. Foi repórter no portal Bahia Econômica e, atualmente, cobre Cultura e Cidade no portal bahia.ba. DRT: 7543/BA

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