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Publicado em 07/01/2026 às 13h00.

O teatro baiano decidiu ocupar o verão e as casas de espetáculo de Salvador

Campanha "O Teatro Vai Invadir Sua Praia" reúne artistas para ampliar a visibilidade de oito peças em cartaz

João Lucas Dantas
Grupo do “Teatro Vai Invadir Sua Praia”
Foto: Paulo Telles/ Divulgação

No auge do verão baiano, com a capital tomada por ensaios musicais para o Carnaval e shows para todos os lados, 39 atores e atrizes, e suas respectivas equipes técnicas, se unem em prol de uma campanha para divulgar oito peças em cartaz entre janeiro e fevereiro, “O Teatro Vai Invadir Sua Praia”.

Idealizado pelo ator e diretor Marcelo Praddo, que estará em cartaz com seu monólogo “Vou Te Contar”, o movimento nasce e é abraçado por importantes nomes das artes cênicas da Bahia, em um gesto de união e resistência criativa para ampliar a visibilidade dos espetáculos em cartaz na estação mais vibrante do ano.

O objetivo da iniciativa é convidar soteropolitanos e turistas para que voltem a encher as casas de espetáculo ao redor da cidade. Mais do que divulgar, a campanha cria um circuito de incentivo: quem assiste a um espetáculo participante pode apresentar o ingresso, físico ou digital, e garantir 40% de desconto na compra da inteira de outro espetáculo da ação. A relação de todas as peças, com local e horário, estará ao final do texto.

Aqui, cabe uma breve contextualização e, para isso, uma pequena quebra do protocolo jornalístico para dois parágrafos escritos em primeira pessoa.

No dia 20 de maio de 2020, escrevi uma matéria para o jornal A TARDE divulgando o chamado “Plano de Crise”, iniciativa também de Marcelo Praddo, para tentar trazer uma forma de sustento aos artistas baianos que estavam impedidos de trabalhar e se apresentar devido à pandemia de Covid-19.

À época, conversei com o próprio idealizador e com os atores Lelo Filho e Frank Menezes. Hoje, quase seis anos depois, repeti a conversa com os três, mas para falar de algo positivo: divulgar oito espetáculos em cartaz.

Quando o teatro resolve tomar conta do verão

Em entrevista ao bahia.ba, o responsável pelo nascimento do projeto, Marcelo Praddo, conta que a ideia para chamar o coletivo de artistas e amigos nasceu durante uma caminhada na praia, olhando para o mar.

“Minha ideia surgiu da necessidade de furar essa bolha que é o verão baiano. Tem sido muito focado nos eventos basicamente musicais. Minha preocupação como ator e produtor é comunicar ao público baiano, com força e energia positiva, como vamos trazer o público às salas. Então, veio de uma preocupação com o meu espetáculo e com todos os outros que entrarão em cartaz no período”, explicou o ator e idealizador da iniciativa.

Ao ter a percepção da possibilidade de acionar o coletivo, conversou com os amigos artistas que toparam de prontidão se juntar nesta empreitada de uma forte divulgação da programação local, além de ter entrado em contato com as próprias casas de espetáculo para saber quais peças estariam em cartaz.

“Isso é uma iniciativa pessoal e particular, que foi agregando outras pessoas que vivem dessa profissão. É uma batalha diária que não é só de uma estação. É do inverno, da primavera e do outono também”, brincou Marcelo, rindo.

Como mencionado no início do texto, além dos 39 atores, tratamos aqui de uma extensa lista de pessoas que compõe as respectivas equipes técnicas de cada produção, que pode envolver cenógrafos, técnicos de luz, figurinistas, bilheteiros, além de tantos outros que formam uma grande cadeia de geração de empregos.

“Tudo isso custa dinheiro. Então, a nossa preocupação é maior no verão. Tem sido muito bom ver as respostas disso. As postagens nas redes sociais, os amigos compartilhando… é algo que segura a gente, porque não temos grana para investir em publicidade de outdoor ou televisão. A gente é metido e corajoso para tentar fazer o que pode”, pontuou.

Com um grande celeiro de profissionais e artistas locais, o esforço também representa o empenho em dar visibilidade a essas pessoas, como aconteceu com a geração fruto do teatro da Bahia na década de 90, vide Lázaro Ramos, Vladimir Brichta e o próprio Wagner Moura, que agora está cotado para diversas premiações internacionais por O Agente Secreto.

“A gente não precisa provar mais nada. O Brasil sabe da importância do teatro baiano; a Bahia e Salvador é que precisam ter mais coragem de fazer com que a gente possa continuar exportando ‘Wagners’ mundo afora”, expressou Marcelo.

Questionado sobre a própria fala de Wagner Moura quando esteve em Salvador, em outubro do último ano, para divulgar sua volta ao teatro, em que afirmou que a maior efervescência das artes cênicas baianas aconteceu durante o governo ACM, Marcelo relembra o mesmo período com carinho.

“Tinha toda uma movimentação muito forte, fruto de um investimento público e um desejo político de realizar aquilo e ver a Bahia com o grande potencial cultural que ela sempre teve, com o teatro no centro daquilo. Foi um período de montagens históricas, referências para o teatro baiano. Nós caímos muito em relação àquilo”, lamentou.

A resistência artística

Já para Lelo Filho, em cartaz com a peça “Fanta e Pandora, Uma Folia na Cidade Baixa” e um dos grandes responsáveis pelo sucesso de “A Bofetada”, sempre na pele da icônica personagem Fanta Maria, em cartaz há 37 anos, este é um momento de despertar a curiosidade das pessoas.

“O nosso teatro é riquíssimo, diverso e existe para todos os gostos. Eu reconheço o quanto nós perdemos do momento em que a Companhia Baiana de Patifaria surgiu, em 1988; vivemos a efervescência do começo dos anos 90 e de toda a atenção que nos foi dada. Nós reconquistamos o grande público que só ia ao teatro para ver os atores de novela que estavam em cartaz durante um fim de semana no Teatro Castro Alves”, relembrou Lelo.

A Cia. Baiana de Patifaria, responsável pela criação de A Bofetada e tantos outros espetáculos, como As Noviças Rebeldes e Siricotico, surgiu durante este grande momento e foi, e é, histórica ao trazer o público baiano e casual para dentro dos teatros novamente.

“Nós conseguimos um espaço muito grande na mídia, quando as TVs abriam espaço nos estúdios para falarmos sobre nossas produções, quando os jornais davam atenção para o que estava sendo produzido, e isso encorajou muitos artistas a arriscarem uma carreira. Hoje, sinto que o público só volta a lotar teatros para ver as produções que chegam de fora”, afirmou.

“A gente que já tem uma história e trajetória está praticamente tentando convencer a mídia e o público geral de que o teatro baiano está aqui e está muito vivo”, acrescentou. Além do próprio público soteropolitano, o verão representa a chegada de muitos turistas à cidade, que também serão mais do que bem-vindos, como bem pontuou o ator.

Reconquistando o espaço

Outro pilar da campanha é Frank Menezes, ator com 43 anos de carreira. Ele já participou de diversos filmes, séries e novelas, mas está em cartaz a partir deste sábado (10) com a nova temporada da sua peça “Aleluia”.

“Tem uma diferença básica, entre um dia de show, que são milhares de pessoas, e dentro de um teatro, é impossível [comparar]. Nós temos que chamar atenção para a força do teatro baiano, que nunca deixamos de ter, mas acredito que precisamos mostrar o quanto a arte cênica na Bahia é presente”, afirmou.

“Hoje temos oito espetáculos em cartaz, mas acho até pouco; poderíamos ter muito mais. A música tem um poder maior de divulgação e mídia; naturalmente, vai chamar mais atenção. Então, quando Marcelo chamou a gente para participar, a ideia é de que a união faz a força. Se todos nós fizermos uma campanha juntos, vai funcionar”, torceu Frank.

Ao também relembrar o que foi a efervescência cultural da Bahia, especialmente nas artes cênicas durante a década de 90, o ator resume com uma palavra: respeito.

“Nós éramos respeitados como uma força cultural potente. É como se os políticos e gestores daquela época tivessem a noção de quem nós somos. Sabiam quem nós éramos. Salvador gerou as primeiras universidades do país. A Escola de Teatro da UFBA é a primeira da América Latina e hoje continua sendo uma das mais respeitadas. Nós somos tratados no mundo todo como uma potência cênica”, pontuou.

“O teatro fazia parte do cardápio. As pessoas iam ao teatro naturalmente, sem precisar de tanta mídia. Hoje, há um certo desdém, como se a arte cênica fosse menor. Naturalmente, a contemporaneidade fez com que as artes concorressem com absolutamente tudo”, acrescentou.

Nos dias de hoje, além da concorrência de outras peças e dos shows musicais, ainda há, claro, o cinema; mas o streaming também virou um fator muito forte, dando a tranquilidade para o público casual ficar em casa. “É tanta coisa que é barra pesada competir com isso”, disse.

Frank também foi um dos cocriadores de A Bofetada, na primeira montagem em 1988, e fez parte do primeiro elenco do espetáculo, reafirmando a capacidade que tiveram de trazer as pessoas de volta ao teatro.

“Nós resgatamos um grande público naquele período e insistimos em voltar para novas temporadas, algo que não existia na época. Depois começaram a surgir outras peças que faziam temporadas e não saíam mais de cartaz”, relembrou.

“O cinema tem sofrido muito com essa falta de espaço também. Mas um filme pode estrear em diversas cidades, enquanto nós ficamos restritos. Fiquei muito feliz com esse movimento que Marcelinho criou”, celebrou Frank.

Marcelo Praddo em ‘Vou Te Contar!’
Foto: Caio Lirio/ Divulgação

O cotidiano como protagonista em ‘Vou Te Contar!’

O espetáculo faz temporada de 9 de janeiro a 6 de fevereiro de 2026, às sextas-feiras, às 20h, no Teatro Molière (Aliança Francesa), na Barra.

Baseada em textos do jornalista Christian Carvalho Cruz, extraídos da coluna Trombadas, a montagem apresenta histórias reais de personagens anônimos que representam a diversidade e a humanidade do cotidiano brasileiro.

Com encenação minimalista, apenas uma cadeira e uma mesa em cena, o espetáculo aposta na força da interpretação e na relação íntima com o público.

“Eu descobri esses mais de 60 textos, que são monólogos prontos, e me apaixonei de cara. Desde a pandemia, eu tinha vontade de falar das pessoas comuns, simples, que estão sempre invisibilizadas e que têm histórias tão importantes quanto as de um grande cientista ou ator”, contou Marcelo.

“Quando encontrei os textos, entrei em contato imediatamente com ele e tive que pensar um pouco em como colocaria aquilo em cena. Eu me apaixonei muito por esse material e escolhi cinco desses 60 textos. Desde então, esse espetáculo tem me dado muita alegria. A recepção do público tem sido incrível. É algo que me realiza muito enquanto profissional”, acrescentou.

Com a proposta de criar uma experiência muito próxima dos espectadores, e ao ser questionado sobre essa aproximação mais direta com a plateia, Praddo afirma que a relação já começa na porta, quando recebe as pessoas que vieram prestigiar o espetáculo.

“Eu quero que as pessoas sintam que estão entrando na casa de alguém conhecido. Gosto de fazer em lugares pequenos, com um público mais reduzido, porque tudo é muito íntimo e particular. As histórias falam de sentimentos, de condição social, de pessoas que encontramos na rua ou com quem convivemos. Eu falo muito diretamente com o público e interajo, não de maneira que as pessoas subam ao palco, mas entregando ou dividindo algo de forma muito sutil, sem quebrar a cena”, concluiu Marcelo Praddo.

Lelo Filho, Maurício Martins e Rodrigo Villa em ‘Fanta e Pandora’
Foto: Marcos Motta/ Divulgação

A sala de aula mais caótica do teatro baiano em ‘Fanta e Pandora’

Com 37 anos em cartaz, entre idas e vindas, de A Bofetada até Fanta e Pandora, Fanta Maria e sua trupe parecem nunca sair do imaginário popular do povo baiano. Ela rebobina, rebonina, mas nunca sai de cena.

Elas retornam ao Centro Cultural SESI Casa Branca, no Caminho de Areia. Após o sucesso de sessões esgotadas em 2025, a montagem volta aos palcos a partir de 9 de janeiro, com apresentações de sexta a domingo, às 19h.

No palco, as irreverentes professoras Fanta Maria (Lelo Filho) e Pandora Luzia (Rodrigo Villa), ao lado de Paloma (Maurício Martins), conduzem o público por uma aula caótica e hilariante, marcada por improviso, interação direta com a plateia e referências afiadas ao cotidiano e ao noticiário.

“Eu estou tendo a felicidade de trabalhar com dois atores maravilhosos, e nós sempre tentamos nos atualizar com a contemporaneidade. No ano passado, nesta época, por exemplo, Fernanda Torres tinha ganhado o Globo de Ouro, então Maurício montou um figurino e invadiu a cena como a atriz”, relembrou Lelo.

“São essas possibilidades que esses personagens e esse espetáculo têm de tratarmos como uma obra aberta e estarmos sempre nos reinventando. É essa novidade que a peça sempre tem, e que agrada todas as idades”, explicou.

Tudo acaba virando uma crítica social dentro da peça, fazendo com que o elenco esteja sempre atento aos noticiários para identificar quais efemérides poderão ser exploradas em cada ocasião, oxigenando as montagens. Mas, dentro de todas essas sátiras, o desafio passa a ser superar o absurdo dos próprios acontecimentos do dia a dia.

“Tem coisas que a gente apresenta em cena e que espelham um pouco do que está acontecendo do lado de fora. Chico Anysio dizia que ‘humor é tudo, inclusive, engraçado’. As pessoas nunca saem do teatro iguais a como entraram. O teatro tem o poder de transformar, ao vivo, na hora, fazendo com que a gente melhore o dia daquelas pessoas que estavam ali para nos ver”, expressa.

“Através do riso, conseguimos falar de coisas muito sérias, mas de maneira mais leve, como a recente greve dos professores municipais que vivemos no ano passado. As personagens são professoras; não há como nós, atores, não fazermos o link com o que Salvador estava vivendo”, disse.

Perguntado sobre o que ainda o surpreende neste trabalho, depois de 37 anos dando vida à Fanta Maria, Lelo relembra o momento do nascimento da personagem, quando tinha 25 anos.

“Eu sempre fico surpreso quando as pessoas dizem que a minha Fanta mantém a mesma energia até hoje, desde o momento em que nasceu. Às vezes, no dia, eu nem estou com essa alegria toda, mas durante aquela 1h30, junto com Rodrigo e Maurício, nós driblamos qualquer problema, mantendo essa energia visceral da personagem”, celebrou.

Frank Menezes como Aleluia
Foto: Edivalma Santana/ Divulgação

A comédia como espelho social em ‘Aleluia’

Depois de três temporadas de sucesso, Frank Menezes retorna com sua comédia, dirigida por Marcelo Praddo e escrita por Márcio Azevedo e Ricky Hiraoka. Em cena, o ator dá vida a Aleluia, uma dona de casa politicamente incorreta, invisibilizada pela família e esmagada por uma rotina doméstica sem afeto ou reconhecimento.

Com humor escrachado e crítica afiada, o espetáculo transforma o riso em reflexão sobre o lugar social das mulheres que vivem para cuidar dos outros, revelando uma anti-heroína tão exagerada quanto assustadoramente real.

Questionado sobre a identificação do público baiano com a personagem, Frank revela que, a princípio, Aleluia não teria esses elementos de baianidade.

“Ela não ia ter isso como base, porque é um texto universal. Ele tinha sido escrito inicialmente para a atriz Cacau Protásio, mas, com a agenda cheia dela, não foi possível realizar. O autor me procurou e o texto é tão politicamente incorreto que, inicialmente, até fiquei com medo de ser mal interpretado. Mas aí percebi que não, que é cênico, é a mímesis de Aristóteles. E decidi meter a cara”, contou.

“O interessante de ser um homem fazendo é tornar a comédia ainda mais absurda. Por mais que a base seja muito parecida com o besteirol dos anos 1990, é uma comédia que tem uma base muito forte na mulher como mãe e dona de casa. A gente age como se a função de mãe já existisse pronta para nos atender a hora que quisermos, o que nos faz cair a ficha”, reflete.

O ator ainda acrescenta que, em alguns momentos, chegou a pensar em alterar o texto, por receio de uma possível má reação da plateia e por estar interpretando uma personagem feminina.

“Mas são elas que sabem tudo, os detalhes mínimos, quantas vezes uma dona de casa fica irritada quando perde uma panela. Parece bobagem, mas Aleluia vai além disso, e por isso funciona tanto”, concluiu Frank Menezes.

Os espetáculos em cartaz:

Sonho de Um Homem Ridículo – estreia dia 8 de janeiro  

Quando: de 08 a 22 de janeiro (quintas-feiras), às 19h
Onde: Teatro SESI Rio Vermelho – Salvador
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)
Vendas: plataforma Sympla

Vou te Contar! – estreia dia 9 de janeiro

Quando: de 09 de janeiro a 06 de fevereiro (sextas-feiras), às 20h
Onde: Teatro Molière – Barra

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)
Vendas: plataforma Sympla

Fechadas para Balanço – estreia dia 9 de janeiro

O quê: Montagem da turma de formandos do curso de teatro da AWORAN, com direção de Marcelo Santts
Quando: Sextas, sábados e domingos, de 09 a 18 de janeiro, às 19h
Onde: Teatro SESI Rio Vermelho – Salvador
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) | R$ 25,00 (meia)

Fanta e Pandora, Uma Folia na Cidade Baixa – estreia dia 9 de janeiro

Grupo: Cia Baiana de Patifaria
Quando: Sextas, sábados e domingos, a partir de 9 de janeiro, às 19h
Onde: Centro Cultural SESI Casa Branca – Caminho de Areia, Salvador
Informações: Espetáculo reúne personagens consagrados do clássico A Bofetada
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)

Aleluia – estreia dia 10 de janeiro

Quando: Sábados, de 10 de janeiro a 07 de fevereiro, às 20h
Onde: Teatro Molière – Aliança Francesa, Salvador
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)
Vendas: Plataforma Sympla

A Revolta dos Pinguins – estreia dia 11 de janeiro

Quando: Domingos, de 11 de janeiro a 08 de fevereiro, sempre às 18h
Onde: Teatro Molière – Aliança Francesa
Av. Sete de Setembro, 401 – Barra, Salvador – BA | CEP 40130-000
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia), à venda pela plataforma Sympla
Informações adicionais: Professores pagam meia-entrada mediante comprovação na bilheteria.

Los Catedrásticos – estreia dia 16 de janeiro

Quando: Sextas e sábados, de 16 de janeiro a 28 de fevereiro
Horários: Sextas, às 20h | Sábados, às 19h
Onde: Teatro Módulo – Pituba, Salvador
Ingressos: R$ 100,00 (inteira) | R$ 50,00 (meia)
Vendas: Sympla e bilheteria do teatro
Classificação indicativa: 14 anos

Cordel de Maria CinDRAGrela – estreia dia 08 de janeiro

Quando: 08 de janeiro a 18 de fevereiro, aos domingos, às 11h
Onde: Teatro Molière – Aliança Francesa
Av. Sete de Setembro, 401, Barra – Salvador (CEP 40130-000)
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) | R$ 25,00 (meia)
Vendas: Plataforma Sympla

 

 

João Lucas Dantas
Jornalista com experiência na área cultural, com passagem pelo Caderno 2+ do jornal A Tarde. Atuou como assessor de imprensa na Viva Comunicação Interativa, produzindo conteúdo para Luiz Caldas e Ilê Aiyê, e também na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Salvador. Foi repórter no portal Bahia Econômica e, atualmente, cobre Cultura e Cidade no portal bahia.ba. DRT: 7543/BA

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