Publicado em 08/08/2017 às 16h00.

Selton revela seus favoritos e indica obra que o inseriu na literatura

Ator e diretor do estreante "O Filme da Minha Vida", o global conversou com o bahia.ba sobre suas preferências quando o assunto é arte

Fernanda Lima
Foto: Divulgação
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Ator desde os 7 anos, quando participou do seriado da TV Globo Dona Santa, em 1981, Selton Mello tem colhido os frutos da recente empreitada como diretor.

O mineiro, que assina a direção dos longas “Feliz Natal (2008)”, “O Palhaço” (2011) e do estreante “O Filme da Minha Vida” (2017), conversou com o bahia.ba sobre suas preferências cinematográficas, musicais e literárias.

“O Bandido da Luz Vermelha” foi o escolhido por Selton no que se refere à sétima arte. Dirigido por Rogério Sganzerla, o longa de 1968 retrata, inspirado em fatos reais, as aventuras de um assaltante que utiliza uma lanterna vermelha durante seus crime e é perseguido por um policial sedento por justiça.

Foto: Reprodução/Filmow
Foto: Reprodução/Filmow

 

“É o filme brasileiro mais impressionante que eu já vi. Ele, ainda hoje, está à frente do tempo dele. O diretor fez esse filme com 20 e poucos anos”, falou o artista ao portal.

Quando o assunto é literatura, o global apela ao clássico “Cem anos de Solidão”, de Gabriel Garcia Marquez: “Foi com esse livro que me apaixonei por literatura, que fui inserido nela. Ele me fez sentir prazer por ler. A cada capítulo que eu lia ficava ‘uau'”.

Uma das obras primas de Gabo (e da literatura latino-americana), “Cem anos de solidão” (1967) narra a história de uma família e as peculiaridades de cada geração, acompanhadas pela matriarca e centenária Úrsula.

Foto: Divulgação
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Já “Vivendo e não aprendendo” (1986), da banda Ira, foi o disco eleito pelo ator-diretor. “Esse disco marcou muito a minha adolescência. Era uma época que eu morava em São Paulo. É juventude, rock n’ roll, gosto muito do Ira”, contou.

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