Publicado em 29/09/2021 às 17h27.

Acusado de assédio, Rogério Caboclo é suspenso da presidência da CBF até 2023

Dirigentes de 27 federações estaduais acataram, por unanimidade, a recomendação da Comissão de Ética da CBF

Redação
Foto: reprodução CBF TV
Foto: reprodução CBF TV

 

Por decisão unânime da Assembleia Geral nesta quarta-feira (29), o presidente afastado da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, foi suspenso do cargo por 21 meses. Com a decisão, Caboclo só poderá retornar ao cargo em março de 2023, um mês antes do término do mandato. Ele está afastado desde junho, após ser acusado de assédio sexual e moral por uma funcionária.

Ainda há outras acusações em investigação contra Caboclo na Comissão de Ética da CBF e no Ministério Público do Trabalho. Sendo assim, há a possibilidade de que ele seja impedido de voltar á presidência mesmo após março de 2023, fim do período previsto da suspensão.

A punição decidida pela Assembleia Geral, composta pelas 27 federações estaduais, atende ao posicionamento da Comissão de aumentar a pena de Caboclo, que inicialmente seria de 15 meses.

Ednaldo Rodrigues segue interinamente no cargo até o fim da suspensão.

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