Publicado em 25/04/2026 às 22h55.

Auxiliar de Ceni explica má fase e ausência de Everton Ribeiro no time titular

Charles Hembert detalha escolha pelos 11 iniciais e cobra mais eficiência dos jogadores

Rodrigo Fernandes
Foto: Letícia Martins / EC Bahia

 

O empate do Bahia em 2 a 2 com o Santos, na Arena Fonte Nova, escancarou o momento irregular vivido pela equipe. Após a partida, o auxiliar Charles Hembert, que comandou o time na ausência de Rogério Ceni, abordou a sequência sem vitórias e explicou a decisão de iniciar o jogo sem Everton Ribeiro entre os titulares.

A opção pelo camisa 10 passou por uma questão física. De acordo com o francês, o capitão tricolor não tinha condição de atuar durante toda a partida e foi preservado no início.

“Esse seria o terceiro jogo em seis dias do Everton, a gente tinha recebido da fisiologia que ele tinha uma fadiga na coxa, estaria liberado para 30, 40 minutos. Preferimos ir pela via mais saudável de não começar com ele. Por isso entrou após o intervalo”, argumentou.

A entrada do meia na segunda etapa coincidiu com a melhora do Bahia, que saiu de uma desvantagem de dois gols para buscar o empate diante da torcida.

O auxiliar de Ceni também reconheceu o desempenho abaixo do esperado no primeiro tempo, quando o time sofreu dois gols em cobranças de pênalti e encontrou dificuldades para se organizar em campo.

“A gente conseguiu começar bem, criou boas situações. Restante do primeiro tempo a gente se complicou, linhas espaçadas, contra-ataques, dois pênaltis, o segundo, de costas, com o braço sem ver. Mas temos que valorizar essa reação no segundo tempo, conquistar esse ponto e estar no G-5. Isso e valorizar a reação”, acrescentou.

Mesmo com a reação, o Bahia chegou ao terceiro jogo consecutivo sem triunfo na temporada. Para Hembert, o cenário exige mais eficiência da equipe, especialmente nos momentos decisivos das partidas.

“Volto a falar desse ponto, a gente começa os jogos criando oportunidades de gol. Empurrar para dentro do gol, dificuldade para finalizar em gols essas jogadas. Você não mata na hora que está forte no jogo, depois é mais difícil gerenciar os outros momentos do jogo. Sofremos gols assim, mas conseguimos empatar. Precisamos ser mais letais”, completou.

Com 21 pontos, o Tricolor segue na parte de cima da tabela, na quinta colocação, mas já convive com cobrança crescente da torcida diante do desempenho recente.

O Bahia volta a campo no próximo domingo (3), às 16h, contra o São Paulo, em Bragança Paulista, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Rogério Ceni retorna ao comando da equipe após ficar de fora por punição do STJD.

Rodrigo Fernandes
Jornalista, repórter e produtor de conteúdo. Com experiência em redação e marketing digital, faz cobertura de Esportes no bahia.ba. Antes disso, foi editor do In Magazine – Portal iG e repórter do Portal M! – Muita Informação.

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