Everaldo revela que recusou propostas melhores para voltar ao Bahia
Atacante afirma que abriu mão de um salário maior para retornar ao clube

Apresentado oficialmente nesta segunda-feira (9), no CT Evaristo de Macedo, o atacante Everaldo afirmou que recusou propostas financeiramente superiores para retornar ao Bahia. O jogador chega por empréstimo junto ao Fluminense até o fim da temporada de 2026.
“Quando recebi a proposta do Bahia, não pensei duas vezes. Não quis saber de dinheiro, tempo de contrato, de nada. Tinham outras propostas melhores, com um salário maior, maior tempo de contrato, mas não pensei duas vezes antes de aceitar voltar. Quero fazer parte do grupo. Estou muito ansioso por isso”, declarou.
O camisa 27 já marcou em sua reestreia e passa a disputar posição no setor ofensivo, onde o elenco conta atualmente com Willian José e o jovem Dell, de 17 anos, como opções para a referência no ataque.
Vai jogar como “camisa 9”?
Questionado sobre a função que pode exercer, o atacante reforçou a disposição para atuar onde for necessário e destacou a relação com o técnico Rogério Ceni.
“O Rogério sempre contou comigo, independentemente da posição. Às vezes como camisa nove, outras vezes exercendo outras funções. Eu sou um cara muito de grupo, sempre tento dar o meu melhor, sempre priorizando o coletivo acima do individual”, disse.
“Obviamente, eu também preciso pensar em mim, sabemos que o atacante vive de gols e de bons momentos. Eu acredito nisso, acredito que essa passagem será melhor do que a primeira”, complementou.

Ao comentar a identificação da família com o clube, Everaldo se emocionou ao explicar que o retorno teve peso pessoal na decisão.
“Tive propostas do Brasil e de fora, mas meus filhos amam estar aqui. Criamos um vínculo muito forte com o Bahia. Quando tivemos que sair da última vez, foi muito difícil. Já sou um cara experiente, já passei por despedidas antes, mas essa foi especialmente dura”, afirmou.
Eve ainda revelou que os filhos nunca deixaram de torcer para o Esquadrão de Aço, mesmo com o período em que jogou no Fluminense.
“No vídeo, eles nem sabiam. Achavam que iríamos para fora do país. Quando surgiu o Bahia, não pensei em dinheiro, nem em tempo de contrato. Pensei na minha felicidade de voltar a jogar no Bahia e, principalmente, na felicidade deles. Durante todo o tempo fora, eles nunca deixaram de torcer. Assistiam aos jogos, apoiavam”, concluiu o atacante.
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