Publicado em 24/09/2022 às 20h30.

Putin assina lei que determina 10 anos de prisão para soldado que se recusar a lutar

Neste sábado (24), o presidente Russo também realizou a troca do general encarregado de logística

Redação
Foto: World Economic Forum/ Creative Commons
Foto: World Economic Forum/ Creative Commons

 

A Rússia assinou, neste sábado (24), uma lei que endurece a pena de soldados que não quiserem ir a combate e anunciou que vai substituir o seu comandante militar mais alto por questões de logísticas.

Segundo a agência AFP, a nova lei assinada por Putin hoje prevê que os soldados russos que se recusarem a lutar, desertar, desobedecer ou se render ao inimigo podem ser presos por até 10 anos.

A lei já havia sido aprovada pelas casas do Parlamento durante a semana.

Troca general encarregado de logística 

O Ministério da Defesa Russa informou em comunicado uma nova substituição. “O general Dmitri Bulgakov foi dispensado de suas funções como vice-ministro da Defesa”.

No lugar de Bulgakov entrará o coronel-general Mikhail Mizintsev, que dirigia o Centro de Controle da Defesa Nacional e agora, assume como “responsável pelo fornecimento material e técnico das Forças Armadas”.

 

 

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