Publicado em 24/04/2026 às 11h11.

Feira de Santana é a segunda cidade com mais títulos eleitorais suspensos

No total, são 453.414 eleitoras e eleitores estão com o título cancelado na Bahia

Redação
Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

 

A cidade de Feira de Santana, um dos maiores colégios eleitorais da Bahia, é a segunda cidade do estado com mais títulos cancelados. No total, são 453.414 eleitoras e eleitores estão com o título cancelado na Bahia.

Conforme dados divulgados pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) na quarta-feira (22), Salvador é a líder em documentos suspensos, com 106.019. Vitória da Conquista ocupa o terceiro lugar, com 11.600 títulos cancelados e Camaçari, possui 7.852 pessoas com o título cancelado.

Neste ano, os cidadãos têm até o dia 6 de maio para regularizar a documentação eleitoral. Esse processo pode ser feito de forma presencial, a qualquer cartório eleitoral de seu domicílio ou unidade de atendimento da Justiça Eleitoral, ou online, por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível no portal do Tribunal.

A diretora-geral do Órgão, Mirella Cunha, comentou sobre a importância de estar com o documento regular, sendo fundamental para poder exercer o direito ao voto nas próximas eleições, que acontecerão no dia 4 de outubro, e evitar restrições em atividades públicas e privadas que exigem comprovação de quitação eleitoral. “Com o título cancelado, não é possível emitir passaporte, tomar posse em cargo público, renovar a matrícula em instituição de ensino, entre outros impeditivos”, alertou.

Para regularizar o documento, é necessário apresentar comprovante de residência emitido há, no máximo, três meses e um documento de identificação com foto, podendo ser Carteira Nacional de Habilitação do modelo novo; Passaporte; Carteira de Trabalho e Previdência Social; Documento Nacional de Identificação ou carteira emitida pelos órgãos criados por lei, a exemplo da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA) e Conselho Federal de Medicina (CRM).

 

 

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