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Publicado em 16/01/2026 às 10h08.

Adolpho Loyola minimiza ausência de Ângelo e Diego Coronel na Lavagem do Bonfim

Secretário afirma que ausências não indicam rompimento e garante continuidade das negociações para a chapa governista de 2026

Daniel Serrano / Raquel Franco
Foto: Neison Cerqueira/bahia.ba

 

O secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, minimizou, nesta sexta-feira (16), a ausência do senador Ângelo Coronel (PSD) e de seu filho, o deputado federal Diego Coronel (PSD) na Lavagem do Bonfim, realizada na última quinta-feira (15).

As ausências ocorrem em meio aos debates sobre a formação da chapa governista nas eleições de 2026. Nos últimos meses, uma ala do grupo governista defende uma formação que conta com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) disputando a reeleição, enquanto Wagner e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, lançariam candidaturas ao Senado. Com isso, o senador do PSD, que também deseja disputar uma vaga na Casa Alta do Congresso Nacional, ficaria de fora da chapa.  

Em entrevista durante entrega de 70 veículos aos municípios baianos contemplados pelo programa Estrutura de Mobilidade no Sistema Único de Assistência Social (MobSUAS Bahia), Loyola garantiu que as ausências de Angelo e Diego Coronel não são indícios de que eles estariam deixando o grupo governista. O secretário disse ainda que as conversas sobre a formação da chapa para as eleições deste ano devem seguir até fevereiro. 

“Não, de fato não. Eles fizeram a opção de não participar. Deve ser uma outra agenda. Mas os diálogos com o PSD, com o senador Otto, com o Ângelo e com o Diego Coronel continuam. Estamos usando esse tempo, os meses de janeiro e fevereiro para conversar,  não só com a família Coronel, mas também com os partidos da base. Todos os partidos serão ouvidos na montagem da chapa”, disse. 

Em meio às negociações sobre a formação da chapa governista que irá disputar a eleição, Diego Coronel passou a ser cotado como candidato a vice-governador no lugar do atual ocupante do posto, Geraldo Júnior (MDB). No entanto, Loyola garantiu que ainda não começou a discutir sobre que vai ocupar o cargo na corrida eleitoral deste ano.

“Essa resolução de quem será vice, se continua Geraldo e se a gente vai fazer uma mudança, vai depender da conversa com os partidos. Nós vamos conversar com todos os partidos. Nós temos um arco de aliança de oito partidos políticos. Esses partidos opinarão na chapa pra gente montar uma chapa mais competitiva. Então, tudo isso será ouvido e será colocado à mesa na hora certa”, revelou o secretário.

 

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