Publicado em 12/11/2018 às 15h37.

Ex-ministro de Dilma aceita convite para chefiar BNDES no governo Bolsonaro

Durante a gestão de Joaquim Levy, País entrou em recessão econômica e perdeu o grau de investimento, o selo de bom pagador da dívida

Redação
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

A assessoria de imprensa do futuro ministro da Economia no governo Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Guedes, informou, nesta segunda-feira (12) que o economista Joaquim Levy aceitou o convite para presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de acordo com o G1.

Hoje Levy ocupa um cargo de diretor do Banco Mundial, em Washington, nos Estados Unidos. Ele foi ministro da Fazenda no governo da presidente Dilma Rousseff e já chefiou a Secretaria do Tesouro Nacional no início do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante a gestão de Levy no Ministério da Fazenda, o País entrou em recessão econômica e perdeu o grau de investimento, o selo de bom pagador da dívida.

O ex-ministro saiu quando o governo Dilma reduziu a meta de superávit para 2016. Na ocasião, a economia que o governo se propõe a fazer todos os anos para pagar juros da dívida pública diminuiu de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB), como defendia Levy, para 0,5% do PIB.