Publicado em 16/07/2026 às 17h25.

Hamilton Assis cobra ações da Prefeitura após furto em escola municipal

A unidade foi invadida por criminosos, que levaram computadores, tablets e notebooks

Redação
Foto: André Souza / bahia.ba

O vereador Hamilton Assis (PSOL) cobrou da Prefeitura de Salvador novas medidas para reforçar a segurança das escolas municipais após o furto registrado na Escola Municipal Dona Arlete Magalhães, no bairro de Castelo Branco. A unidade foi invadida por criminosos, que levaram computadores, tablets, notebooks, projetor e caixa de som, provocando a suspensão das aulas.

Segundo o parlamentar, o episódio reforça a necessidade de ampliar as ações de proteção ao patrimônio público e garantir mais segurança nas unidades de ensino da rede municipal.

Hamilton afirmou que casos semelhantes já ocorreram em outras escolas e citou a situação da Escola Municipal Roberto Correia, em Pau da Lima, que, segundo ele, sofreu novos arrombamentos com furto de equipamentos e alimentos.

“A Escola Municipal Roberto Correia, em Pau da Lima, já foi alvo de diversos arrombamentos e sofreu o quinto ataque criminoso, com furto de merenda, aparelhos de ar-condicionado e outros equipamentos. O episódio levou à suspensão das aulas para 854 estudantes e motivou um protesto de mães em frente à unidade”, frisou.

O vereador disse ter recebido denúncias de pais de alunos e defendeu que a Prefeitura adote um plano permanente de segurança para evitar novos prejuízos às escolas e aos estudantes. “Recebi de um pai a denúncia do arrombamento da Escola Roberto Correia e não podemos tratar como um caso isolado. Em diversas unidades que visito, a insegurança se repete por falta de ações da Prefeitura. As escolas estão abandonadas e quem paga essa conta são as crianças, que ficam sem aula enquanto o patrimônio público é saqueado”, afirmou o parlamentar.

Hamilton também voltou a criticar a implantação de catracas com reconhecimento facial nas escolas municipais e afirmou que a Prefeitura deveria priorizar investimentos em segurança patrimonial e infraestrutura.

“É um escândalo que a Prefeitura encontre milhões para instalar catracas com reconhecimento facial, mas não consiga garantir vigilância para impedir que criminosos levem computadores, tablets e até a merenda das crianças. Prefere controlar quem entra na escola, mas não impede que ladrões saiam com o patrimônio público.”

O vereador ainda questionou os investimentos feitos no sistema de reconhecimento facial e defendeu melhorias em áreas como iluminação, monitoramento e vigilância das unidades. “Quanto será gasto? Quem ganha com esse contrato? Por que esse dinheiro não foi investido em vigilância, iluminação e proteção das escolas? Antes de instalar catracas, Bruno Reis deveria impedir que criminosos continuem entrando nas escolas como se não houvesse Estado”, concluiu.

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