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Publicado em 14/01/2026 às 18h33.

João Roma destaca crescimento de Flávio e consolidação da rejeição de Lula

Segundo o levantamento, 49% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Lula

Redação
Foto: Divulgação

 

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, avaliou que os resultados da primeira pesquisa Quaest divulgada em 2026 revelam uma consolidação da alta rejeição do governo Lula e apontam para um cenário cada vez mais desfavorável ao PT nas eleições do próximo ano. O levantamento, destacou Roma, ainda aponta crescimento de Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente pelo PL.

Segundo o levantamento, 49% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 47% aprovam a atual gestão. Para Roma, os números mostram que se consolidou na população o sentimento de que não deseja a continuidade do projeto petista no comando do país.

“A pesquisa deixa evidente que o governo Lula está em queda e enfrenta uma rejeição crescente. A população percebeu que as promessas não se converteram em resultados concretos e começa a demonstrar, de forma clara, o desejo de mudança”, afirmou João Roma.

Ao comentar os cenários eleitorais testados, Roma destacou o crescimento de nomes ligados ao campo bolsonarista, em especial o senador Flávio Bolsonaro, como prova de que Jair Bolsonaro ainda concentra o maior capital político de oposição a Lula, mesmo diante do que classificou como um “massacre político e judicial” contra o ex-presidente.

“Mesmo com toda a perseguição, Bolsonaro continua sendo o principal contraponto a Lula. O crescimento de candidatos do seu campo político mostra que o bolsonarismo segue forte, vivo e com capacidade real de disputar o poder. Mais do que isso: a pesquisa mostra ainda que toda a perseguição do PT a adversários políticos tem surtido o efeito contrário”, avaliou.

Para o dirigente do PL, a pesquisa demonstra que a tentativa de criminalizar Bolsonaro não conseguiu eliminar sua influência política, que segue sendo transferida para lideranças alinhadas ao seu projeto.

João Roma afirmou que os dados da Quaest indicam um esgotamento do ciclo do PT e uma rejeição que tende a crescer à medida que os problemas do país se acumulam.

“O aumento do custo de vida, a violência endêmica, a falta de controle dos gastos e a ausência de um projeto claro para o país estão cobrando seu preço. A rejeição a Lula cresce porque o governo não entrega aquilo que prometeu. Prometeram picanha e cerveja e entregaram mais impostos e conivência com o crime”, disse.

Segundo Roma, o cenário que se desenha para 2026 é de derrota do PT. “O que a gente percebe é um cansaço da população com o modelo do PT, até mesmo aqui na Bahia, onde o partido sempre teve votações elevadas. As pessoas estão insatisfeitas, estão sem esperança, porque estão vendo um governo que só quer arrecadar e não entrega aquilo que a população espera”, concluiu.

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